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Morte de americano em ação migratória nos EUA levanta dúvidas sobre versão oficial

O episódio está ganhando novos contornos após a divulgação de análises de vídeos e depoimentos pelo “The New York Times”, que lançam dúvidas sobre a versão apresentada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) a respeito das circunstâncias do tiroteio.

  • ⚠️ Pretti era cidadão americano, enfermeiro de UTI e trabalhava em um hospital vinculado ao Departamento de Assuntos de Veteranos. Ele foi morto a tiros por agentes federais durante uma ação conduzida pelo DHS, em um contexto de tensão crescente na cidade — marcado por manifestações contra políticas migratórias e pela presença ostensiva de forças federais.
  • 🛡️ Após o episódio, autoridades afirmaram que Pretti estaria armado, teria sacado a arma e colocado os agentes em risco, o que teria levado um deles a atirar em legítima defesa. Em declarações públicas, integrantes do governo chegaram a associar o caso a atos de “terrorismo doméstico”.

A narrativa oficial, no entanto, passou a ser contestada após a divulgação de vídeos gravados por testemunhas. Isso porque as imagens não mostram qualquer momento em que Pretti saque a arma ou ameace os agentes.

Também não há indícios de que os agentes soubessem, naquele momento, que ele estava armado — embora Pretti tivesse autorização legal para portar uma arma de fogo.

O que as imagens mostram?

Segundo a análise do NYT, Pretti segurava um celular em uma das mãos enquanto filmava a atuação dos agentes. Em determinado momento, ele se posiciona entre um agente de imigração e uma mulher que estava sendo atingida com spray de pimenta.

Na sequência, é cercado por vários agentes, derrubado no chão e imobilizado.

As imagens indicam que, enquanto Pretti permanecia contido no chão, um dos agentes parece retirar uma arma — possivelmente a que estaria oculta com o enfermeiro — e se afasta do local.

Ainda assim, outros agentes permanecem sobre ele. Pouco depois, um dos policiais, posicionado diretamente acima de Pretti, aparenta efetuar um disparo à queima-roupa. Na sequência, outros tiros são ouvidos.

Uma análise paralela, feita pela Reuters, aponta que um agente teria disparado quatro vezes em rápida sucessão contra as costas de Pretti, seguidas de novos disparos.

*Reportagem em atualização

Alex Pretti, o homem que foi baleado por um agente federal em Minneapolis no sábado, 24 de janeiro de 2026 — Foto: AP

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