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'Motel é um palco de conexão humana', diz Felipe Martinez, do Lush

Martinez descreve o Lush como um projeto que usa a própria ambientação para marcar essa transição entre o cotidiano e a experiência dentro da suíte. Ele cita um exemplo: por fora, a garagem é escura; por dentro, o quarto é colorido, de forma proposital.

Por fora ele é todo escuro, preto, a garagem é um caixote preto. E aí quando você entra no quarto, o quarto é muito colorido. A ideia foi proposital, como se fosse uma transição: você fecha o olho, tudo preto na garagem e abre o olho no novo mundo, que é um mundo Lush colorido.
Felipe Martinez

Ao contar a trajetória do negócio, ele volta aos anos 1990 e diz que sua história começa na década de 80 e 90, quando o pai empreendeu com sócios no Concave Convexo, motel inaugurado em 1990. Na visão dele, a indústria moteleira daquela época tinha tecnologias avançadas para o padrão do setor.

Em 1990, quando ele foi inaugurado, tinha teto solar, piscina privativa, sauna, hidro. Tinha um sistema em que o piso frio passava uma serpentina no chão com vapor da caldeira para deixar a suíte inteira quentinha. Você chegava com o carro e a plataforma na garagem fechava o portão automaticamente. Um painel controlava luzes, rádio, TV. Para a época, era uma tecnologia muito avançada se comparado com o hotel.
Felipe Martinez

Com o passar do tempo, ele avalia que o setor caiu um pouco no ostracismo por uma combinação de mudança cultural e acomodação de empresários. Foi nesse contexto que ele diz ter enxergado uma oportunidade de profissionalizar a operação.

Ele diz que o Lush ganhou tração ao trazer para dentro do motel referências do lazer do casal fora de casa: jantar, carta de vinhos e drinks, e até cinema, ideia que acabou sendo descontinuada por falta de manutenção do equipamento importado.

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