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Multiprocessador vale a pena? 3 motivos para comprar e 3 para fugir

O multiprocessador de alimentos é um dos eletrodomésticos mais versáteis da cozinha. Capaz de picar, fatiar, ralar, triturar e até misturar ingredientes, o aparelho promete agilizar o preparo das receitas do dia a dia e reduzir o trabalho manual. Não à toa, o produto aparece com frequência nas listas de itens que facilitam a rotina doméstica.

Apesar das vantagens, o multiprocessador não é unanimidade. Dependendo do espaço disponível, da potência do modelo e do tipo de uso, o item pode acabar subutilizado ou até mesmo gerar frustração. Por isso, o TechTudo preparou uma lista os principais pontos positivos e negativos. Confira!

 Reprodução/Amazon Multiprocessador de alimentos é um eletrodomestico com diversas funcionalidades — Foto: Reprodução/Amazon

Multiprocessador de alimentos: veja os prós e contras

  1. Versatilidade no preparo
  2. Economia de tempo na cozinha
  3. Bom custo-benefício
  1. Ocupa espaço na bancada ou no armário
  2. Nem sempre é potente o suficiente
  3. Limpeza e montagem dão trabalho

1. Versatilidade no preparo

O maior diferencial do multiprocessador está na quantidade de funções reunidas em um único equipamento. Com diferentes discos e lâminas, o aparelho permite cortar legumes em fatias, ralar queijos, triturar castanhas, picar carnes e preparar pastas, molhos e patês com rapidez.

Essa versatilidade faz com que o multiprocessador substitua vários utensílios e até outros eletrodomésticos em tarefas específicas, tornando-se um aliado para quem gosta de cozinhar receitas variadas ou preparar grandes quantidades de alimentos.

 Divulgação Mutiprocessador de alimentos apresenta uma grande variedade de preparo de alimentos — Foto: Divulgação

2. Economia de tempo na cozinha

Outra vantagem é a redução do tempo de preparo. Cortes que levariam vários minutos com faca e tábua podem ser feitos em poucos segundos, com resultados mais uniformes. Isso é especialmente útil em receitas que exigem muitos ingredientes picados ou ralados. Para quem tem rotina corrida ou cozinha com muita frequência, o ganho de tempo pode ser significativo, principalmente em preparos repetitivos do dia a dia.

 Reprodução/Redes Sociais Devidos as funcionalidades, aparelho proporciona redução significativa de tempo no preparo das receitas — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Apesar de haver modelos mais caros, muitos multiprocessadores oferecem bom custo-benefício, considerando a quantidade de funções disponíveis. Em vez de comprar raladores, fatiadores e outros acessórios separadamente, o consumidor concentra tudo em um único aparelho, que, no caso de modelos de entrada, podem custar entre R$ 89 e R$ 150.

Além disso, para cozinhas residenciais, especialmente de quem está montando a casa ou quer reduzir a quantidade de utensílios, o multiprocessador pode representar economia interessante no médio prazo.

 Electrolux/Divulgação Alguns modelos de entrada pode ter um custo de aproximadamente R$ 100 — Foto: Electrolux/Divulgação

1. Ocupa espaço na bancada ou no armário

Um dos maiores "inimigos" do multiprocessador é o seu tamanho. Por possuir uma base motorizada robusta e uma série de acessórios (discos, lâminas e batedores), ele demanda um espaço considerável de armazenamento. Se a cozinha for pequena, o aparelho pode acabar virando um obstáculo na bancada ou ficar esquecido no fundo de um armário de difícil acesso, desestimulando o uso.

 Arno/Divulgação Por conta da grande quantidade de peças, o multiprocessador de alimentos e suas peças ocupam um espaço significativo — Foto: Arno/Divulgação

2. Nem sempre é potente o suficiente

É comum encontrar modelos de entrada que prometem muito, mas entregam pouco em termos de torque. Motores com baixa potência podem travar ao processar alimentos muito densos ou esquentar excessivamente durante o uso prolongado. Para quem pretende trabalhar com ingredientes pesados ou duros, como castanhas, cenouras ou inhame, o investimento em modelos mais caros e potentes torna-se obrigatório, o que pode elevar o custo planejado.

3. Limpeza e montagem dão trabalho

A estrutura do multiprocessador envolve muitas frestas, eixos e lâminas afiadas. Após o uso, a limpeza pode ser custosa, exigindo cuidado redobrado para não causar acidentes e atenção para remover resíduos de alimentos que ficam presos nos encaixes. Além disso, para quem busca praticidade extrema, montar e desmontar o conjunto de peças para uma tarefa simples pode parecer mais trabalhoso do que usar uma faca convencional.

 Reprodução/Amazon Multiprocessador Philco PMP1600P — Foto: Reprodução/Amazon

* Com informações da www.bonappetit.com, thehomesapiens.com, Britânia, Philips e Mondial

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