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'Não cumpriu nada do que prometeu', diz Lula após não renovar com Enel

Lula se reuniu com Giorgia Meloni no final de 2024, em meio às crises de apagões em São Paulo. A Enel, de origem italiana e responsável pela energia em São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, foi alvo de reclamações do presidente brasileiro, que pediu intermediação da gestão italiana. A companhia foi privatizada em 1999, mas o governo detém 23,6% das ações e segue influente.

Na fala, Lula cutucou a companhia, pontuando que a renovação é "uma demonstração de que o governo tem confiança nos empresários". "O Estado pode trabalhar em parceria com os empresários e permitir que os empresários possam executar o trabalho da forma mais perfeita possível", disse.

Enel destaca "esforço" e "investimentos"

Em nota, a Enel diz que "não tem medido esforços e investimentos para melhorar seus serviços". "a empresa reforça que seguirá atuando para demonstrar, em todas as instâncias, o cumprimento dos indicadores estabelecidos em contrato e no plano de recuperação apresentado à Aneel em 2024", diz o texto.

A concessionária afirma que investiu quase R$ 5 bilhões em São Paulo, sendo R$ 2,8 bilhões somente em 2025. A nota ainda destaca a contratação de 1,6 mil profissionais na cidade, a redução do tempo médio de atendimento em 50%, e a queda no percentual de interrupções prolongadas de 86% (leia a íntegra no final do texto).

A Enel São Paulo enfrenta um processo de caducidade. A agência reguladora avalia o cancelamento do contrato da concessionária paulista após sucessivas falhas no fornecimento de energia na capital e região metropolitana entre 2023 e 2025, quando a companhia falhou no atendimento a apagões recorrentes após fortes chuvas.

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