O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca nesta quarta-feira (11). Netanyahu chegou ao local por volta das 13h no horário de Brasília, segundo a agência de notícias AFP.
No encontro, é esperado que Netanyahu pressione Trump a tomar uma posição mais dura nas negociações com o Irã, segundo a agência de notícias Reuters. Isso porque o premiê israelense quer que os EUA pressionem o Irã para ampliar as negociações para impor limitações ao arsenal de mísseis de Teerã e outras ameaças à segurança de Israel além do programa nuclear iraniano.
O encontro entre Trump e Netanyahu ocorre pouco menos de uma semana após a primeira reunião entre negociadores norte-americanos e iranianos, ocorrida no Omã, que teve "atmosfera muito positiva", segundo o Teerã. Os países negociam em meio a uma escalada de tensões e militar protagonizada Trump, que ameaça atacar o país do Oriente Médio caso as negociações fracassem.

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Antes do encontro com Netanyahu, Trump conversou por telefone com o emir do Catar, o sheik Tamim al-Thani, na qual eles trataram sobre uma desescalada de tensões entre Washington e Teerã. O líder catari tem assumido um papel de mediador em tensões e conflitos recentes no Oriente Médio, como na guerra entre Israel e o grupo terrorista na Faixa de Gaza, por exemplo.
Além de Irã, a guerra em Gaza também estará na pauta do encontro, segundo a Reuters. Trump buscará avançar na implementação da 2ª fase do acordo de cessar-fogo, que ele mesmo ajudou a intermediar em 2025. O progresso em seu plano de 20 pontos para encerrar a guerra e reconstruir o devastado enclave palestino estagnou por conta de divergências sobre etapas como o desarmamento do Hamas enquanto as tropas israelenses se retiram gradativamente do território palestino.
Trump: 'Sem armas nucleares nem mísseis'
Trump disse à TV norte-americana "Fox News" na terça-feira que um bom acordo com o Irã significaria "sem armas nucleares e sem mísseis", sem dar mais detalhes. Ele também afirmou ao site "Axios" que estava considerando enviar um segundo grupo de ataque de porta-aviões como parte de um grande reforço militar dos EUA nas proximidades do Irã.
Israel teme que os EUA possam buscar um acordo nuclear limitado que não inclua restrições ao programa de mísseis balísticos do Irã nem o fim do apoio iraniano a grupos armados aliados, como Hamas e Hezbollah, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.
O Irã disse estar preparado para discutir restrições ao seu programa nuclear em troca do levantamento de sanções, mas descartou vincular a questão aos mísseis.
“As capacidades de mísseis da República Islâmica não são negociáveis”, afirmou nesta quarta-feira Ali Shamkhani, assessor do líder supremo do Irã.

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