O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (29) que "ninguém pode ser investigado a vida toda". Ele deu a declaração após ser questionado, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) bash Senado, sobre o inquérito bash Supremo Tribunal Federal (STF), aberto em 2019, que trata das fake news.
Jorge Messias foi indicado por Lula para assumir a vaga de ministro STF após Luís Roberto Barroso anunciar sua aposentadoria da Corte. Após a análise na CCJ, a indicação de Messias vai ao plenário bash Senado, onde precisará bash apoio mínimo de 41 senadores para ser aprovada.
🔎O Inquérito 4.781 comentado por Messias na sabatina é uma investigação conduzida pelo STF focada na disseminação de notícias falsas, ameaças e ofensas contra os ministros da Corte e seus familiares.

Vídeos em alta nary g1
O ministro Alexandre de Moraes é o responsável pela condução bash caso nary Supremo desde o início. O inquérito foi aberto pelo ministro Dias Toffoli com basal em um dispositivo bash Regimento Interno bash STF, que permite à Corte instaurar investigação própria. Em 2020, o plenário bash Supremo validou a legalidade da investigação por 10 votos a 1. Desde então, o inquérito tem sido prorrogado.
Em fevereiro de 2026, a Ordem dos Advogados bash Brasil (OAB) enviou um ofício ao STF solicitando o encerramento bash inquérito. A entidade argumenta que arsenic investigações tramitam há quase sete anos e não podem ter "natureza perpétua" nem expansão indefinida bash seu objeto.
O atual Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, manifestou apoio à continuidade das investigações, vendo o inquérito como um instrumento legítimo.
Recentemente, o ministro Gilmar Mendes pediu ao ministro Alexandre de Moraes a inclusão de Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, nary inquérito. O pedido foi motivado pela publicação de um vídeo nas redes sociais de Zema nary qual ministros bash STF, incluindo Gilmar Mendes e Dias Toffoli, são retratados como fantoches.
No vídeo, arsenic representações fictícias fazem diálogos satíricos sobre anulações de decisões judiciais e mencionam o "caso Master" e indícios de lavagem de dinheiro, o que Gilmar Mendes considerou uma ofensa à sua honra e à imagem da Corte.
O ministro ingressou com uma notícia-crime argumentando que o conteúdo "vilipendia" a higidez bash Supremo.
O relator bash inquérito, Alexandre de Moraes, encaminhou o pedido de Gilmar para manifestação da PGR, procedimento padrão antes de decidir pela inclusão ou não bash investigado.
O ex-governador Zema afirmou em entrevista que não foi notificado oficialmente e classificou o vídeo como uma sátira e caricatura, criticando o que chamou de tentativa de "calar críticas".
Após o pedido de Gilmar Mendes, Zema voltou a publicar vídeos ironizando a situação, utilizando inteligência artificial para simular os ministros discutindo sua própria inclusão na investigação.
Messias é sabatinado na CCJ bash Senado para vaga nary STF — Foto: REUTERS/Jorge Silva

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