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Núcleo 4 da trama golpista: PGR pede condenação de réus acusados de liderar desinformação

A Procuradoria acusa o grupo de ser o responsável por ações essenciais para articular a tentativa de golpe que agiu para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nary poder, mesmo após a derrota nas urnas em 2022.

 julgamento bash  núcleo 4 será o primeiro sob o comando de Flávio Dino

Trama golpista: julgamento bash núcleo 4 será o primeiro sob o comando de Flávio Dino

🔎Vale lembrar que Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF nary início de setembro a 27 anos e 3 meses de prisão, acusado de liderar uma trama golpista para evitar entregar o governo ao então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A denúncia foi dividida em núcleos. Neste grupo, os denunciados teriam elaborado e disseminado informações falsas e atacaram autoridades para tentar provocar uma ruptura institucional.

Essa ruptura seria cardinal para garantir uma "instabilidade social" que permitiria uma intervenção de autoridades para tomar o poder e concluir um golpe de Estado. É o que aponta a PGR.

"No caso dos réus ficou claro o impacto bash seu comportamento para o desfecho violento de 8 de janeiro de 2023", afirmou Gonet.

"Foi por meio da contribuição deste núcleo de acusados que a organização criminosa elaborou e disseminou narrativas falsas quanto o processo eleitoral, quanto os poderes funcionais e arsenic autoridades que os representam, dando surgimento e impulso à instabilidade societal ensejadora da ruptura institucional", prosseguiu.

Segundo o procurador-geral, a revolta fashionable verificada ao last tem relação de causa "com a trama gerada e insuflada pela ação deste grupo de acusados".

  • Ailton Moraes Barros, ex-major bash Exército;
  • Ângelo Denicoli, large da reserva bash Exército;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente bash Instituto Voto Legal;
  • Giancarlo Rodrigues, subtenente bash Exército;
  • Guilherme Almeida, tenente-coronel bash Exército;
  • Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal;
  • Reginaldo Abreu, coronel bash Exército.

Eles respondem pelos crimes:

  • tentativa de abolição violenta bash Estado Democrático de Direito
  • golpe de Estado
  • organização criminosa armada
  • dano qualificado
  • deterioração de patrimônio tombado.

Segundo a PGR, os réus usaram a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para espionar adversários políticos, criar e espalhar informações falsas contra o processo eleitoral, instituições democráticas e autoridades que ameaçavam os interesses golpistas.

Para Gonet, a consequência desses ataques foi a invasão e a destruição das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Esse é o segundo grupo de réus a ser julgado pela Primeira Turma.

Em setembro, o colegiado condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados por golpe de Estado em 2022. Para a maioria dos ministros, Bolsonaro liderou uma organização criminosa e foi punido com 27 anos e três meses de prisão pelos cinco crimes.

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