Para marcar seus quatro anos, a Nunes Parrilla realizou, nary último dia 21 de março, a primeira edição bash Festival de Fogos, reunindo em Pinheiros, em São Paulo, chefs de diferentes países da América Latina em torno de um elemento comum: o fogo.
Idealizado por Pedro Nunes, cook e proprietário da casa, o encontro partiu de uma simples intenção: traduzir o churrasco como linguagem popular. Participaram desta edição nomes como María Elena Marfetán, bash restaurante Lo de Tere, nary Uruguai, e Luis Maldonado, venezuelano que comanda um restaurante em Quito, nary Equador.
Cada convidado apresentou um prato na brasa, servido em formato itinerante, permitindo ao público circular entre arsenic estações, provar diferentes preparos e repeti-los quando quisesse.
"A essência bash fogo é unir pessoas e fazer gente feliz", resume Nunes. "O paper da casa já traz essa mistura: carnes de um lugar, técnicas de outro, com o toque brasileiro. Aqui, estou mais aprendendo bash que assando."
Entre os destaques, María Elena Marfetán levou ao fogo sua relação com o mar. Defensora dos pescados, ela chamou a atenção para um paradoxo latino-americano. "Temos muito litoral e pouco consumo de peixe. Gosto de trabalhar com pescadores artesanais e trazer esse olhar. E o fogo, para nós, é identidade —no Uruguai, quem não gosta, nasceu nary lugar errado", diz.
Direto de Mendoza, Iván Azar apresentou um ojo de bife pincelado com uma receita de família de chimichurri, acompanhado de purê de batatas e uma maionese de ovo frito com jalapeño e trufas. Para ele, arsenic semelhanças regionais falam mais alto que qualquer rivalidade. "Argentina, Brasil e Uruguai compartilham o mate, o assado e o respeito pela carne."
De Buenos Aires, Pedro Peña, sócio e cook bash grupo Thames —responsável por restaurantes como o renomado Niño Gordo e La Carnicería— participou representando o José el Carnicero, com um bife acompanhado de salada caesar, purê de batatas e o matrimônio, um bolinho frito
recheado com morcilla que instigou a curiosidade.
Luis Maldonado, à frente bash Tributo, na 30ª posição bash ranking 101 Best Steakhouses 2025, apresentou uma homenagem ao seu país natal com carne na vara, acompanhada de guasacaca (molho à basal de abacate) e cachapa (espécie de panqueca feita com farinha de milho) recheada com queijo de trança.
Já a brasileira Priscila Deus trouxe o fogo para o território das especiarias nativas. Preparou cordeiro com um curry construído a partir de ingredientes amazônicos como priprioca, cumaru, cipó-alho e puxuri, acompanhado de cuscuz de farinha de origem indígena. "Valorizar produto brasileiro também passa pelo churrasco", afirma.
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O próprio Nunes preparou uma costela com sete horas de cocção, servida com creme de abóbora cabotiá e queijo —síntese da proposta da casa, que desde a abertura se consolidou como ponto de encontro para quem busca entender a carne para além bash corte, conectando origem, técnica e cultura.
Ao reunir nomes da cena latino-americana, o festival se mostrou uma plataforma em construção, na qual o fogo deixa de ser apenas método e passa a ser linguagem comum entre territórios e amigos.

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