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O mito da riqueza: patrimônio não é investimento

Exemplos práticos

Compartilho alguns exemplos que evidenciam essa diferença:

  • Um carro de luxo é um patrimônio que gera despesas (IPVA, seguro, manutenção). Já um carro mais simples, dedicado a atender a necessidade do seu proprietário e que, eventualmente, seja usado para transporte via aplicativos, é um investimento.
  • Ações de empresas sólidas, atuantes em segmentos de mercado promissores, se caracterizam como investimento, pois podem gerar renda seja por meio de dividendos ou de valorização.
  • Uma casa própria é um patrimônio que implica em despesas de manutenção e impostos.
  • Apartamento de aluguel à terceiros é investimento, pois gera renda ao seu proprietário. Entretanto, este deve considerar eventuais despesas quando o imóvel estiver sem locatário.

O patrimônio pode ser importante para segurança e estabilidade, mas não deve ser confundido com investimento. É hora de desafiar a mentalidade comum. O carro na garagem não paga suas contas. A casa própria não garante aposentadoria tranquila. O que sustenta o futuro é a capacidade de construir ativos que gerem renda recorrente.

O mito da riqueza precisa ser desfeito: patrimônio não é investimento. O sucesso financeiro não está em acumular símbolos, mas em acumular fluxo de caixa. Essa é a verdadeira medida da prosperidade.

Se quisermos uma sociedade financeiramente saudável, precisamos abandonar a ilusão de que possuir bens é sinônimo de investir. Patrimônio é importante, mas é apenas parte da equação. O que realmente constrói liberdade é o investimento. E essa mudança de mentalidade é urgente: não basta ter dinheiro, é preciso fazê-lo trabalhar!

Opinião

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