Não podemos mais ser apenas executores de recomendações baseadas em dados. Precisamos ser intérpretes do contexto, guardiões das nossas prioridades, construtores do nosso próprio significado.
Precisamos liderar a nós mesmos em todos os contextos: no trabalho, em casa, nas escolhas que ninguém vê. Ter clareza do que importa e coragem para escolher, mesmo quando o algoritmo recomenda o contrário.
O que só nós podemos fazer
A IA vai continuar avançando. Ela vai processar mais rápido, prever melhor, recomendar com mais precisão. E isso é bom.
Mas se terceirizarmos a decisão, perdemos o que só nós podemos fazer: julgar o imponderável, ler o invisível, captar o que não cabe no Excel, escolher não apenas o que é eficiente, mas o que é importante.
Talvez a pergunta mais importante que precisamos responder agora não seja "o que a IA pode fazer por mim?", mas "o que só eu posso fazer que a IA nunca fará?"

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2 dias atrás
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