As ofertas no mercado de capitais chegaram ao valor recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, com crescimento de 6,4% ante o ano anterior, que detinha a marca de maior volume até então, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O recorde foi puxado pelo desempenho do último trimestre, que correspondeu a 37,1% do montante total, com destaque para dezembro, com o maior volume mensal (R$ 116,1 bilhões) da série histórica, iniciada em 2012.
"Na nossa avaliação, esse resultado se deve às condições favoráveis de mercado e às discussões sobre tributação, o que levou muitas companhias a anteciparem captações. Olhando para frente, temos boas expectativas para 2026, mas haverá a volatilidade natural de um ano eleitoral e temos todo um cenário externo que deve ser observado", afirma Cesar Mindof, diretor da Anbima.
Na análise por instrumento, as debêntures lideraram, com R$ 492,8 bilhões em ofertas, superando em 4% o volume contabilizado em 2024 e todos os anos anteriores. Os recursos captados foram direcionados principalmente para infraestrutura (35%) e pagamento de dívidas (26,2%). Os papéis com incentivo fiscal pela Lei 12.431 também bateram recorde no período (R$ 178 bilhões). Ao todo, 26 setores se financiaram via debêntures em 2025. Energia elétrica aparece à frente com R$ 119,8 bilhões captados, seguido por transportes e logística (R$ 88,3 bilhões), financeiro (R$ 79,5 bilhões) e saneamento (R$ 44,5 bilhões).

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