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ONU pede investigação sobre ataque mortal a escola no Irã

Em Genebra, a porta-voz do órgão, Ravina Shamdasani, afirmou que o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, defende uma apuração “rápida, imparcial e minuciosa” sobre as circunstâncias do bombardeio.

Segundo ela, cabe às forças responsáveis pelo ataque investigar o caso e divulgar informações sobre o ocorrido. O escritório não apontou quem considera responsável pela ofensiva.

“Isso é absolutamente horrível”, disse Shamdasani. Ela afirmou que imagens que circulam nas redes sociais mostram “a essência da destruição, do desespero, da falta de sentido e da crueldade deste conflito”.

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De acordo com a porta-voz, Türk também pediu que todas as partes ajam com moderação e retomem as negociações.

A escola, localizada no sul do Irã, foi atingida no sábado (1º), primeiro dia dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o país.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou na segunda-feira (2) que as forças americanas “não atacariam deliberadamente uma escola”. Israel informou que está investigando o incidente.

O embaixador do Irã na ONU em Genebra, Ali Bahreini, já havia enviado uma carta a Türk em 1º de março, classificando o ataque como “injustificável” e “criminoso”. Segundo ele, 150 estudantes morreram.

O escritório de direitos humanos da ONU afirmou que ainda não tem informações suficientes para determinar se o bombardeio pode ser considerado crime de guerra.

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