A nova operação, chamada de "Sentinela do Ártico", coordenará o aumento da presença militar dos aliados da Otan na região, incluindo exercícios como o "Resistência Ártica na Groenlândia", encabeçado pela Dinamarca e que deve ocorrer na ilha nas próximas semanas, segundo a aliança militar.
O anúncio de Grynkewich ocorre em meio a uma rodada de reuniões de ministros da Defesa dos países-membros da aliança militar em Bruxelas nesta quarta e também na quinta-feira para tratar da operação.

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A missão faz “parte dos esforços da Aliança para reforçar ainda mais nossa dissuasão e defesa na região, particularmente à luz da atividade militar da Rússia e do crescente interesse da China no Extremo Norte”, disse à Reuters um funcionário da Otan. Segundo esse oficial, a missão deve entrar em operação em breve.
O início da missão "Sentinela do Ártico" ocorre semanas após o início de uma investida de Trump contra a Groenlândia, território autônomo que pertence à Dinamarca. O presidente norte-americano disse querer tornar a ilha parte dos EUA e não descartou uso de força militar para isso. A investida causou uma crise entre os EUA e a Europa e ameaçou a existência da Otan, que efetivamente acabaria se um país-membro atacasse outro. (Leia mais abaixo)
Mais cedo, o ministro da Defesa britânico, John Healey, afirmou que o Reino Unido desempenhará um papel vital na nova missão da Otan no Ártico. Ainda segundo o governo britânico, a aliança de segurança Força Expedicionária Conjunta (JEF, na sigla em inglês) —liderada pelo Reino Unido e composta por outros nove países europeus— planeja para setembro exercícios militares no Extremo Norte, com centenas de militares previstos para serem mobilizados na Islândia, ao redor da Dinamarca e também na Noruega.
Groenlândia: Trump x Europa
Bandeira da Groenlândia em Nuuk — Foto: Evgeniy Maloletka/AP
Em sua investida contra a Groenlândia, Trump acusou os aliados europeus da Otan de defasagens nas defesas do Ártico nos últimos anos, o que levou a uma maior presença militar e interesse econômico da Rússia e da China na região. Autoridades da Dinamarca e europeias refutaram os argumentos de Trump e disseram estar fazendo o suficiente.

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1 mês atrás
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