Antes de as medidas serem anunciadas, a presidente Gleisi Hoffmann deixou claro que é contra redução na área social, posição que tem amplo respaldo na legenda.
Mas também há apoio aos argumentos do ministro Fernando Haddad, de que é preciso medidas duras para evitar a explosão da dívida pública. Sem o ajuste, a própria reeleição de Lula estaria ameaçada.
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