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Permanência de tarifas dos EUA afeta pescados: 'Setor está em encolhimento'

No setor de carnes, queda de tarifas já representa retomada de vendas. A Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) destaca que a categoria já tinha grande presença em muitos países. Para não pagar 50% de impostos sobre mercadorias nos EUA, 60 mil toneladas foram rapidamente redirecionadas para mais de 160 destinos, como Ásia, Europa, Chile e Rússia.

Troca de compradores apertou o lucro. "Mesmo assim, o setor mostrou resiliência: de janeiro a novembro já exportamos 244,5 mil toneladas e US$ 1,4 bilhão para os EUA, superando todo o resultado de 2024", avisa Roberto Perosa, presidente da Abiec. Agora que houve corte de tarifas, o setor espera recuperação em 2026 do volume de vendas aos EUA no ano passado.

Conta saiu "mais salgada para os americanos". Para os americanos, a taxação de produtos estrangeiros aumentou preços de coisas do cotidiano, como café, hambúrguer e suco de laranja, explica Ulisses Ruiz de Gamboa, professor de Economia do Insper.

Maioria dos exportadores brasileiros conseguiu achar alternativas, ressalta professor. Maior impacto no Brasil foi localizado em setores específicos, que tinham exportação dependente dos EUA.

No caso das commodities, é mais fácil você mudar o destino, diferente de produtos mais industrializados, que são mais customizados. Ulisses Ruiz de Gamboa, professor de Economia do Insper

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