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Petróleo volta a superar US$ 100, e Bolsas internacionais caem

Preços não cederam após países anunciarem liberação das reservas. Preços do petróleo continuam em alta apesar do anúncio de ontem, dos 32 países integrantes da AIE, incluindo os Estados Unidos, de liberar no mercado 400 milhões de barris de suas reservas, número recorde, para tentar acalmar a inquietação sobre a falta de oferta. "Na linguagem dos mercados, a liberação de reservas por parte da AIE equivale a apontar uma mangueira de jardim para o incêndio de uma refinaria", disse Stephen Innes, gestor da SPI AM.

Irã lança nova onda de ataques à infraestrutura petrolífera do Golfo Pérsico e a dois petroleiros. Teerã ameaça com uma "guerra de desgaste" capaz de "destruir a economia" mundial. O Aeroporto Internacional do Kuwait também foi atacado.

Guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, virou conflito regional. Os ataques entre os países ameaçam o abastecimento mundial de petróleo ao paralisar o tráfego no Estreito de Hormuz, um ponto de passagem estratégico de petróleo e gás.

Segundo a AIE, países do Golfo reduziram a produção de petróleo em pelo menos 10 milhões de barris diários. O corte da oferta ocorre após o bloqueio de Hormuz, "a maior perturbação" de oferta da história, indicou nesta quinta-feira a agência com sede em Paris. Países do Golfo estão atualmente reduzindo sua produção de petróleo em pelo menos 10 milhões de barris por dia devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz, afirmou a AIE em relatório divulgado hoje. De acordo com o documento, esta é "a maior interrupção" no fornecimento de petróleo da história.

Agência Internacional de Energia reduziu a previsão de avanço da oferta de petróleo. No relatório mensal, a organização com sede em Paris prevê crescimento de 1,1 milhão de barris por dia (bpd) na oferta neste ano, ante os 2,4 milhões de bpd estimados anteriormente. O aumento integral da oferta deverá vir de fora da aliança Opep+, uma vez que o conflito força os principais produtores do Golfo a reduzir a produção.

Alta do petróleo impacta Bolsas. Investidores temem que o salto do petróleo alimente a inflação e comprometa a perspectiva de crescimento global.

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