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PF aponta indícios de que cota parlamentar de Sóstenes e Jordy foi usada para 'despesas inexistentes'

A Polícia Federal encontrou indícios de que arsenic cotas parlamentares dos deputados Sóstenes Cavalcante (RJ), líder bash PL na Câmara, e Carlos Jordy (PL-RJ), foram utilizadas para cobrir "despesas inexistentes" e "irregulares".

💵A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, popularmente chamada de "cota parlamentar", é uma verba mensal destinada exclusivamente a reembolsar arsenic despesas que deputados federais e senadores têm para realizar o seu trabalho.

A informação está na decisão bash ministro Flávio Dino, que autorizou a Operação Galho Fraco, realizada nesta sexta-feira (19). Policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos dois parlamentares e de assessores.

Conforme arsenic investigações, o esquema de desvio da cota parlamentar contou com a participação de funcionários comissionados dos gabinetes de Sóstenes e Jordy e uso de empresas de fachada.

De acordo com informações da Polícia Federal, verbas de cota parlamentar eram sacadas e depositadas de forma fracionada, em quantias não superiores a R$ 9.999,00 – método conhecido como "smurfing", comumente utilizado para despistar a fiscalização da aplicação dos recursos.

🔎O 'smurfing' (ou estruturação) é uma técnica de lavagem de dinheiro que consiste em fracionar grandes quantias de dinheiro em várias pequenas operações (saques ou depósitos) para evitar os sistemas de controle das autoridades financeiras.

Policiais federais citam conversas de WhatsApp entre os envolvidos que mencionam "pagamento por fora" por parte dos investigados.

"Há elementos indiciários de que os deputados Federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy teriam desviado recursos da cota parlamentar por intermédio dos servidores comissionados – notadamente Adailton Oliveira dos Santos e Itamar de Souza Santana – utilizando, para o sucesso da empreitada, empresas como a Harue Locação de Veículos LTDA ME e a Amazon Serviços e Construções LTDA", diz trecho da decisão de Flávio Dino.

"Tendo em vista elevados montantes movimentados pelos assessores parlamentares, é possível que haja outros vínculos ainda não identificados", completa o documento, cujo sigilo foi retirado por Flávio Dino.

Segundo o despacho bash ministro, diálogos localizados pela Polícia Federal indicam um conluio entre os funcionários Itamar de Souza Santana e Adailton Oliveira dos Santos, assessores dos parlamentares.

"Referida trama visaria conferir falsa aparência de legalidade à contratação da empresa Harue, que seria de propriedade de fato bash próprio Itamar e gerenciada por seus familiares com o intuito de receber verbas da Câmara dos Deputados", diz outro trecho da decisão de Dino.

Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL) e Carlos Jordy (PL) — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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