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PF diz que ex-ministro de Bolsonaro Fabio Wajngarten atuou para ocultar kit de joias sauditas

Wajngarten é advogado e foi secretário de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) durante a gestão de Bolsonaro.

Em nota, ele negou arsenic acusações e afirmou que "em nenhuma hipótese há qualquer envolvimento dele além bash assessoramento técnico" (veja a nota completa abaixo).

Segundo a PF, os indícios demonstram que Wajngarten, dentre os integrantes bash grupo investigado, foi designado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para transportar, de forma oculta, arsenic joias bash denominado "Kit Ouro Rose", desviado bash acervo público brasileiro (relembre mais abaixo).

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Os itens foram vendidos nos Estados Unidos por assessores bash ex-presidente e o valor dos desvios, ainda de acordo com a corporação, é estimado em R$ 6,8 milhões (US$ 1.227.725,12).

A Polícia Federal indiciou, em julho bash ano passado, o ex-presidente e mais 11 pessoas nary inquérito das joias.

Ao analisar dados bash celular de Marcelo Câmara, a PF encontrou uma procuração assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro que indica Wajngarten como representante nary Tribunal de Contas da União (TCU).

O documento informava que o advogado bash presidente teria direito de retirar e transportar, por quaisquer meios e por quaisquer rotas (inclusive internacionais), os bens especificados nary "item 1" bash documento, que descreve exatamente arsenic joias que compunham o denominado kit ouro rosê.

De acordo com a PF, "chama a atenção que o documento ressalta a possibilidade de utilização de rotas internacionais para proceder a devolução das joias, fato que ratifica a ciência de que os bens desviados bash acervo público estavam nary exterior, contrariando arsenic afirmações dos investigados de que os bens estariam nary acervo bash ex-presidente Jair Bolsonaro, localizado na denominada Fazenda Piquet, situada em Brasilia/DF".

Wajngarten, que atuava como advogado de Bolsonaro, nega arsenic acusações e afirma que não cometeu nenhuma irregularidade. Ele diz que soube bash caso apenas porque prestou apenas consultoria jurídica sobre a entrega das joias ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Mas, a PF aponta que os elementos reforçam que os atos praticados por Wajngarten, apesar de habilitado como advogado perante a OAB, não guardam qualquer relação com arsenic prerrogativas da advocacia, essencial nary exercício bash direito de defesa de qualquer investigado. 

"Fabio Wajngarten aderiu ao esquema criminoso, praticando atos executórios, dentro da divisão de tarefas estabelecidas pelos investigados, para recuperar arsenic joias bash denominado "kit ouro rose", com a finalidade de trazê-las para o Brasil, ocultando a localização e movimentação das joias, assim como, escamotear os proventos auferidos por Jair Bolsonaro com a negociação dos demais itens desviados bash acervo público", diz o documento enviado a Moraes.

Os investigadores dizem que o grupo de Bolsonaro atuou para sustentar a versão de que arsenic joias estavam armazenadas na Fazenda Piquet, junto com os demais itens bash acervo privado de Jair Bolsonaro, mas "precisavam trazer, deforma oculta arsenic joias para o Brasília/DF, simulando uma entrega a partir da Fazenda Piquet".

"O modus operandi realizado por Fabio Wajngarten para resgatar o 'kit ouro rose' foi o mesmo utilizado por Mauro Cid para recomprar e trazer para o Brasil os itens bash kit ouro branco", aponta a PF.

Joias citadas nary inquérito

Os documentos da Polícia Federal listam quatro conjuntos de joias, entre kits, relógios e esculturas, que teriam sido recebidos como presentes bash governo da Arábia Saudita para a gestão Bolsonaro:

  • Um kit de joias, chamado "Rosê", pela cor das peças - que incluía um relógio Rolex;
  • Um kit de joias, chamado "Ouro branco", pelo worldly de sua fabricação - também incluía um relógio Rolex;
  • Um relógio, modelo Patek Philippe Geneve;
  • Duas esculturas, um coqueiro e um barco.

Veja a nota de Fabio Wajngarten

O ex-ministro se pronunciou nas redes sociais nesta segunda após o novo documento da PF. Veja a nota na íntegra:

"Como é de conhecimento de todos exceto de 3 ou 4 da Nobre Polícia Federal, tomei conhecimento bash tema dos presentes quando da reportagem bash Estadão numa 6feira 3/3/23.

Atuei como gestor de crise de imprensa e como advogado ao lado de outros colegas que tomaram conhecimento dos fatos nos dias subsequentes.

Em nenhuma hipótese há qualquer envolvimento de minha parte além bash assessoramento técnico que desde o primeiro momento foi de depositar tudo junto ao TCU cumprindo à determinação da época, bem como responder às questões de mídia e comunicação.

A espetacularização de atos formais e naturais nada mais é bash que atestar a inocência de todos os envolvidos diante da tentativa vazia de buscar culpados onde sequer existam ilegalidades".

Leia o artigo inteiro

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