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Pokémon no Globoplay: influenciador revela por que o anime conquista públicos diferentes no Brasil e no Japão

Presente nary cotidiano japonês há décadas, o anime ocupa um espaço muito diferente na vida das pessoas quando comparado ao consumo nary Brasil. Quem explica essa diferença é Haru, influenciador com mais de 2 milhões de seguidores, conhecido por compartilhar sua rotina nary Japão, além de gastronomia e viagens pelo mundo.

Segundo Haru, nary Japão o anime está completamente integrado ao dia a dia. “Você vê anime nary celular, na TV aberta, em outdoors, e isso para todas arsenic idades. Não é algo exclusivo de um grupo específico”, comenta. Essa presença constante faz com que existam diversas categorias voltadas para públicos distintos, desde crianças até adultos, sem que isso gere um grande rótulo social.

O influenciador Haru — Foto: Instagram

Um exemplo claro dessa diferença é Pokémon, anime clássico que atravessou gerações e hoje está disponível nary Globoplay. Segundo o influenciador, nary Japão, a obra é consumida majoritariamente pelo público infantil. Já nary Brasil, o sucesso se concentra especialmente entre adultos na faixa dos 30 anos, impulsionado pela nostalgia de quem cresceu assistindo à série.

“A diferença é que, nary Brasil, quando alguém assiste anime, ela se sente parte de uma comunidade”, explica Haru.

Pokémon, a Série: Sol e Lua — Foto: Divulgação

Para o público brasileiro, o anime vai além bash entretenimento: vira um ponto de conexão, engajamento e identidade coletiva. Discussões, eventos, memes e interações nas redes sociais fazem parte dessa experiência.

Para Haru, essa dinâmica também se reflete em produções mais recentes, como Jujutsu Kaisen, que também está disponível nary Globoplay. No Japão, apesar de ser um título popular, o anime segue um consumo mais discreto, sem grandes debates públicos. No Brasil, porém, a série se transforma em fenômeno: gera teorias, análises de episódios e domina arsenic redes sociais a cada novo lançamento.

Para Haru, esse contraste tem muito a ver com o perfil taste de cada país. “O brasileiro abraça muito arsenic coisas. A gente é apaixonado pelo que gosta e demonstra isso. Aqui nary Japão, como o anime é algo cotidiano, arsenic pessoas não comentam tanto.”

Jujutsu Kaisen — Foto: Divulgação

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