Grupo Pão de Açúcar temia pela continuidade dos negócios no Brasil. Na demonstração financeira referente ao quarto trimestre de 2025, publicada em 24 de fevereiro, GPA, dono da rede Pão de Açúcar, alertou que a melhora dos resultados operacionais não vinha sendo suficiente para estancar os prejuízos no balanço e, por isso, havia uma ameaça da continuidade do negócio no país.
Apesar de melhora nos principais indicadores operacionais, bem como geração positiva recorrente de caixa operacional, a companhia continua apurando prejuízo no período. Estas condições indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da companhia. GPA, em nota explicativa na demonstração financeira
GPA é o quinto maior grupo de supermercados do país. O grupo, que fechou 2025 com R$ 20,6 bilhões de faturamento, tem 37 mil empregados e 728 lojas, que recebem fluxo superior a 20 milhões de clientes todos os meses.
Empresa teve déficit de capital circulante líquido de aproximadamente R$ 1,224 bilhão em 31 de dezembro. Ou seja, as dívidas de curto prazo superam o ativo circulante, formado por bens e direitos conversíveis em dinheiro no curto prazo. Na justificativa, o GPA diz que esse rombo se deve principalmente a empréstimos e debêntures com vencimento em 2026 no montante de R$ 1,7 bilhão.
Grupo herdou problemas do passado, segundo o principal diretor executivo do GPA. O CEO Alexandre Santoro, que assumiu o cargo há dois meses, afirmou na teleconferência de resultados com analistas e jornalistas que a companhia paga hoje por compromissos assumidos por controladores e gestores anteriores, citando contingências trabalhistas e fiscais da ordem de R$ 17 bilhões. Segundo ele, o aumento da taxa básica de juros Selic para o patamar recorde de 15% ao ano é outro fator que agravou o custo de dívidas tomadas no mercado, por meio de emissão de títulos.
Empresa mudou de controle após vendas de ações de grupo francês. Em agosto do ano passado, a família Coelho Diniz passou a deter a maior fatia de ações com direito a voto do PCAR, após oferta de ações que reduzia a participação do grupo francês Casino, donos do grupo desde 2012. Antes, a rede pertencia a outra família Diniz, cujo maior acionista recente era Abílio Diniz.

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