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Presidente da Unafisco presta depoimento após alegar perseguição da PF

Ele afirmou ainda que a entidade é perseguida. "O STF está atrás de culpados para justificar suas próprias crises, e mirou a Receita Federal do Brasil. Já não é a primeira vez. O que mais assusta é a falta do devido processo legal", disse.

A Unafisco não revelou o conteúdo do depoimento. "O procedimento tramita sob sigilo, razão pela qual o presidente da entidade não poderá comentar o conteúdo do depoimento neste momento", afirma o comunicado.

A operação

A operação de terça (17) ocorreu após Moraes mandar a Receita rastrear a quebra de sigilo de ministros do STF e familiares. O rastreio incluiu dados de cerca de cem pessoas, incluindo ministros da corte e seus familiares, conforme revelado pela Folha de S.Paulo. Tiveram os sigilos quebrados a mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o filho de um ministro, segundo o portal Metrópoles.

Em 12 de janeiro, Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar quebras de sigilo. O objetivo era saber se a Receita e o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeira) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros e seus familiares. Na época, Moraes era presidente interino do STF, que estava em recesso. A abertura da investigação não foi solicitada pela PGR, como é praxe.

Em nota, o gabinete de Moraes afirmou que "foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos" ao sistema da Receita. Os dados obtidos com esses acessos irregulares foram vazados "sem contexto e sem controle", foram instrumentalizados "para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação", afirmou a PGR, conforme citado pela equipe do ministro no comunicado.

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