O anúncio feito pelo ex-ministro Márcio França, do PSB, de que é pré-candidato ao Senado de São Paulo gerou reação da federação PSOL-Rede, que defende o nome de Marina Silva para a vaga.
"Márcio França é uma pessoa importante na construção da unidade e é legítimo que apresente seu nome. Mas nossa federação, sendo maior que o PSB em São Paulo, precisa estar representada", diz Juliano Medeiros, que preside nacionalmente a federação. "Por isso apresentamos o nome da ministra Marina Silva para uma das vagas ao Senado", acrescenta.
A federação tem atualmente 6 deputados federais paulistas, contra 2 do PSB. Na Assembleia Legislativa, são 5 do PSOL e 4 do PSB.
Após ter cogitado sair da Rede, em razão de desavenças internas, Marina acabou permanecendo no partido. Tenho certeza que acharemos uma solução de consenso que ajude Lula e [Fernando] Haddad em São Paulo", afirma Medeiros.
O principal argumento da federação é que dar as duas vagas de candidato ao Senado para o PSB seria algo desproporcional. A outra está prometida para a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet.
Em entrevista à Folha nesta terça-feira (7), Marina minimizou a disputa interna entre os aliados e disse que fará a campanha de Lula e Haddad sendo candidata ou não.

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