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Presidente do União Brasil defende volta de financiamento eleitoral por empresas

O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, é mais um dirigente partidário a engrossar o coro pela volta do financiamento de empresas para as eleições.

Ele diz que sua posição é pessoal, mas que pretende levar o tema para as instâncias do partido em novembro. Em uma segunda etapa, a legenda trabalharia para que o Congresso Nacional aprovasse a mudança.

"O atual modelo está falido, basta ver a quantidade de apreensões de dinheiro que ocorreram nesta eleição. É preciso criar regras para doação por empresas, com limites, transparência e mecanismos de compliance", afirma.

As doações empresariais foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal em 2016, e apenas aquelas feitas por pessoas físicas são permitidas.

Rueda defende um modelo parecido com o dos EUA, em que essas contribuições são possíveis, mediante critérios, como um teto de gastos. "Setores que são pilares da indústria, como o agropecuário ou o farmacêutico, por exemplo, têm legitimidade para serem representados no processo eleitoral. Não tem como tirá-los do jogo político", afirma.

Outros dirigentes partidários vêm defendendo a reintrodução do financiamento empresarial para campanhas, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O argumento é que apenas o financiamento público torna-se muito oneroso para os contribuintes.

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