O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta quinta-feira (26) que o país não irá desenvolver armas nucleares.
Segundo Pezeshkian, a proibição do líder supremo Ali Khamenei "significa claramente que Teerã não desenvolverá armas nucleares".
Khamenei proibiu o desenvolvimento de armas nucleares em uma fatwa, ou decreto religioso, no início dos anos 2000.
O presidente fez essas declarações no mesmo dia da terceira rodada de negociações nucleares com os EUA, que continuam acusando Teerã de buscar armas nucleares. (Leia mais abaixo).

Trump diz preferir diplomacia, mas volta a ameaçar o Irã
Segundo o presidente, o Irã foi avisado de que não deveria retomar o programa nuclear. Ainda assim, ele afirmou que o país “voltou a perseguir suas ambições nucleares”.
Trump também relembrou os ataques feitos pelos EUA contra o Irã em junho de 2025. Ele afirmou que, na ocasião, as forças americanas destruíram um suposto programa de armas nucleares do país.
“Minha preferência é resolver esse problema por meio da diplomacia, mas uma coisa é certa: jamais permitirei que o maior patrocinador do terrorismo no mundo tenha uma arma nuclear”, continuou.
Os dois países vivem um aumento de tensões em meio às negociações para um acordo que busca limitar o programa nuclear iraniano.
▶️ Contexto: A reunião desta quinta, em Genebra, na Suíça, será a terceira em menos de um mês na tentativa de fechar um acordo que limite ou encerre o programa nuclear iraniano.
- Os EUA querem que o Irã interrompa o enriquecimento de urânio, por temerem que o país busque construir uma bomba nuclear.
- O governo iraniano afirma que o programa tem fins pacíficos, voltados à produção de energia.
- Segundo a imprensa americana, os EUA também querem restringir o alcance dos mísseis balísticos iranianos e encerrar o apoio a grupos armados no Oriente Médio.
- O Irã defende que as negociações se limitem ao programa nuclear e diz estar disposto a reduzir o nível de enriquecimento de urânio em troca do fim de sanções.
A última reunião entre os dois países ocorreu em 17 de fevereiro, também em Genebra. Na ocasião, a delegação iraniana afirmou que houve progresso. A Casa Branca disse que o encontro representou “certo avanço”.
O presidente dos EUA, Donald Trump, faz o discurso do Estado da União no plenário da Câmara do Capitólio dos Estados Unidos — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

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