O projeto também cria a categoria "chocolate doce" e muda o cacau em pó. O chocolate doce deverá ter 25% de cacau, e o cacau em pó precisará de pelo menos 10% de manteiga de cacau.
Os rótulos deverão trazer os detalhes da composição em tamanho legível. As informações vão ocupar pelo menos 15% da embalagem, e as empresas que descumprirem as regras poderão sofrer multas e interdição.
Os chocolates mais baratos tendem a ficar melhores e mais caros. O cacau é o ingrediente de maior custo na receita, o que deve encarecer os produtos que hoje usam muita gordura vegetal.
Para os chocolates artesanais de alta qualidade, a mudança será apenas na embalagem. Segundo os organizadores do prêmio Bean to Bar Brasil, essas marcas já usam altas proporções de cacau e evitam gorduras baratas.
Não é a legislação que decide a qualidade do chocolate. É o fabricante. Existem aqueles que trabalham com o mínimo de cacau e usam muita gordura vegetal, resultando em baixa qualidade. Existem aqueles que se esmeram na qualidade e sempre trabalham acima dos 35% de cacau, sem gorduras diferentes da manteiga de cacau. Esses dois lados vão reagir de forma diferente com relação à nova legislação.
Prêmio Bean to Bar Brasil


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4 semanas atrás
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