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Promotoria da Geórgia pede proteção para ex-aliados de Trump após vazamento de depoimentos sobre processo eleitoral de 2020

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Uma ex-advogada de Donald Trump disse aos promotores da Geórgia que o assessor do presidente avisou, em dezembro de 2020: “O chefe” - como Trump era chamado por eles - não deixaria a Casa Branca “sob nenhuma circunstância”.

No vídeo obtido pelo jornal Washington Post Jenna Ellis, que se declarou culpada de acusações menores em troca de seu testemunho, contou que ficou surpresa e respondeu: mas não é tão simples assim. Ao que Dan Scavino, vice-chefe de gabinete de Trump na época, teria retrucado: "Não nos importamos e não vamos embora”.

A promotoria do estado da Geórgia pediu proteção policial para ex-aliados de Donald Trump — Foto: Reprodução/TV Globo

Sidney Powell, uma outra advogada de Trump na época, que também se declarou culpada em troca de um depoimento gravado, explicou por que o então presidente tinha contratado elas.

“Porque éramos os únicos dispostos a apoiar a ideia dele de ficar na Casa Branca. Todo o resto das pessoas diziam para ele fazer as malas e ir embora.”

Sidney Powell, uma outra advogada de Trump na época, que também se declarou culpada em troca de um depoimento gravado — Foto: Reprodução/TV Globo

Neste caso da Geórgia, Donald Trump e outros 18 pessoas foram acusados de extorsão e outros crimes por supostamente conspirarem para anular os resultados das eleições. Trump dava a vitória na Geórgia como certa - os republicanos ganhavam lá desde 1992. Mas Biden acabou saindo vitorioso por menos de meio ponto percentual.

Quatro réus, incluindo três advogados que trabalharam para Trump ou para sua campanha de 2020, se declararam culpados de acusações menores. Trump e os demais réus se dizem inocentes.

Trump e outros 18 pessoas foram acusados de extorsão e outros crimes por supostamente conspirarem para anular os resultados das eleições — Foto: Reprodução/TV Globo

Tudo indica que o julgamento por interferência eleitoral do ex-presidente americano na Geórgia vai durar mais tempo do que a campanha e as eleições presidenciais de 2024. Segundo o promotor do caso, Trump só deverá ser absolvido ou condenado no fim de 2024 ou no início de 2025.

Atualmente, Donald Trump lidera as pesquisas eleitorais para Casa Branca.

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