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Qualcomm e Arm sofrem com escassez de chips de memória

Entre as maiores projetistas de ​chips para smartphones ⁠do mundo, a Qualcomm está lidando com pedidos relativamente modestos, já ‍que os clientes não conseguem garantir alocações de processadores ⁠de memória para montarem produtos completos, resultando na previsão da empresa de ter receita de primeiro trimestre abaixo das estimativas do mercado.

“A escassez de memória em todo ⁠o setor e os aumentos de preços provavelmente definirão a ​escala geral da indústria de celulares ao longo do ano fiscal”, disse o presidente-executivo da Qualcomm, o brasileiro Cristiano Amon, durante teleconferência com analistas. “Infelizmente, acho que todo o setor está sendo ‌afetado.”

A Arm projeta a arquitetura que forma a base de grande parte dos chips para smartphones no mundo hoje — incluindo os da Qualcomm. A situação atual do mercado deixa a companhia com perspectiva de receita de royalties reduzida, à medida que as vendas de microprocessadores para dispositivos móveis patinam.

As receitas de royalties da Arm no ano podem ser prejudicadas em até 2% devido ao impacto da escassez de  chips de memória para celulares, disse o diretor financeiro, Jason Child, a analistas.

Os executivos da Qualcomm ‌afirmaram que a escassez de chips de memória pode durar até o final do ano fiscal atual, potencialmente prolongando as pressões de abastecimento até 2027.

Em dezembro, analistas da Morningstar disseram que esperavam que a escassez de microprocessadores de memória persistisse até 2027. Analistas do JPMorgan também esperam que o problema ‍se estenda até 2027.

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