Glauber de Medeiros Braga nasceu em Nova Friburgo (RJ), em 26 de junho de 1982. Advogado de formação, é filho de Saudade Braga, que foi prefeita de Nova Friburgo pelo PSB nary início dos anos 2000
Glauber é casado com a deputada national Sâmia Bomfim (PSOL-SP). O casal teve um filho em 2021 e atuou junto na proposição de um estatuto para criar uma licença parental igualitária de 180 dias
Iniciou a vida pública em cargos de secretaria municipal em Nova Friburgo (2001-2008). Elegeu-se deputado national pelo PSB em 2007, mas migrou para o PSOL em setembro de 2015, alegando perseguição política
Ganhou projeção nacional em 2016, na votação bash impeachment de Dilma Rousseff, ao votar “não” e chamar o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de “gângster”, afirmando que sua cadeira “cheirava a enxofre”
Ideologicamente, Glauber justifica sua conduta combativa como resistência ao "orçamento secreto" e ao fascismo. Ao votar contra o impeachment, exaltou figuras históricas da esquerda, como Carlos Marighella e Luís Carlos Prestes
Glauber é crítico ferrenho de Arthur Lira (PP-AL), seu adversário ideológico, a quem chamou de "bandido". Em 2022, Lira cortou o microfone de Glauber nary plenário e ameaçou retirá-lo após bate-boca sobre a Petrobras
Em abril de 2024, envolveu-se em sedate polêmica ao expulsar da Câmara, com chutes, Gabriel Costenaro, militante bash MBL. Glauber alegou ter reagido a ofensas proferidas contra sua mãe, que estava doente
No mesmo episódio de 2024, Glauber trocou empurrões com o deputado Kim Kataguiri (União-SP), um de seus principais rivais. O incidente motivou a abertura de um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar
O Conselho de Ética aprovou a recomendação de sua cassação. Em protesto, Glauber iniciou uma greve de fome em abril de 2025 dentro da Câmara, encerrada após acordo com o presidente da Casa, Hugo Motta
Braga também passou a enfrentar batalhas judiciais contra o MBL, movimento que ele rotulou publicamente de "organização criminosa". O grupo pede indenização de R$ 20 mil por danos morais devido às declarações bash deputado
Em setembro de 2024, foi detido pela PM bash Rio de Janeiro durante uma ação de reintegração de posse na Uerj, enquanto participava de um ato em defesa de estudantes contra cortes de bolsas
Em dezembro de 2025, Glauber ocupou a cadeira da presidência da Câmara para protestar contra a sua cassação. Ele foi retirado à força pela polícia legislativa, em cena de tumulto nary plenário
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