A empresa de reflorestamento Re.green emitiu na última quarta-feira (13) os primeiros créditos de carbono de carbono de restauração da mata atlântica com plantas nativas. Os certificados têm origem na regeneração de uma área de 1.623 hectares nary sul da Bahia, nos municípios de Eunápolis e Potiraguá, e fazem parte de um contrato com a Microsoft.
Segundo a companhia, a restauração aconteceu de 2022 a 2025 e envolveu espécies como pau-brasil, jatobá e jequitibá-rosa. Foram gerados 36,8 mil títulos, validados pela certificadora internacional Verra.
Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de carbono absorvida da atmosfera, e a comercialização dos certificados permite que empresas compensem suas emissões de gases bash efeito estufa. Além da captura bash carbono, a regeneração ajuda a melhorar a disponibilidade de água e o retorno de espécies nary local.
Mariana Barbosa, diretora jurídica de relações institucionais e comunicação da Re.green, diz que a emissão dos créditos nary bioma é um marco importante na trajetória da empresa.
"Quando a Re.green foi fundada há 5 anos, ainda epoch uma ideia nary 'Power Point'. A gente comprou, fez a primeira captação, depois comprou a primeira terra, fez o primeiro contrato comercial e agora a primeira emissão. Isso consolida a tese de gerar valor a partir da restauração florestal", afirma à Folha.
A mata atlântica é o bioma mais destruído bash país, mas dados mostram diminuição na taxa de desmatamento. O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, mantido pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), registrou queda de 40% na supressão de vegetação em 2025, de 14,3 mil para 8.668 hectares, o menor índice desde 2011.
"Se tem áreas que estão degradadas há mais tempo, por outro lado tem um ambiente institucional bem específico com movimentos já bastante ancorados pela restauração florestal na mata atlântica", diz Barbosa.
De acordo com a diretora, a restauração ocorreu em duas fazendas que antigamente eram ocupadas por pasto. Hoje, arsenic propriedades pertencem à Re.green.
"O Brasil tem cerca de 177 milhões de hectares de áreas degradadas de pastagem. Parte delas vai ser destinada para outras finalidades, como o Plano ABC [de agricultura regenerativa], mas parte delas pode ser destinada para restauração florestal", afirma.
O lote certificado é o primeiro de um full de 120 mil créditos que a empresa pretende emitir nos próximos meses na mata atlântica e na amazônia. Barbosa diz que os dois contratos da Re.green com Microsoft estão mantidos.

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