A viagem, de quatro dias, ocorre em meio a um momento de tensão entre Londres e Washington — aliados históricos — e dois dias após um homem armado invadir, no sábado (25) à noite, um jantar com a imprensa com a intenção de atirar em Trump.
Rei Charles III da Inglaterra e Camilla chegam a Washington para visita de Estado aos EUA — Foto: Nathan Howard/Reuters
Planejada antes da guerra com o Irã, a visita também marca os 250 anos da independência americana.
A agenda foi definida antes da ofensiva liderada por Trump e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, contra o Irã. Veja o cronograma abaixo.
Apesar do incidente de segurança no fim de semana, a programação foi mantida, com reforço na proteção do monarca.
Veja a agenda da visita do rei Charles III aos EUA , segundo a AFP:
- Após a chegada em Washington, Charles III e a rainha Camila participam de um chá privado com Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump, e seguem para uma recepção no jardim da Casa Branca.
- Na terça-feira, o rei será recebido com honras militares e terá um encontro privado com Trump, inicialmente sem a presença da imprensa. À tarde, fará um discurso no Congresso americano e, à noite, participará de um banquete oficial.
- Na quarta-feira, o casal segue para Nova York, onde prestará homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro e participará de um evento com representantes das indústrias criativas.
- Na quinta-feira, a agenda continua no estado da Virgínia, em celebrações pelos 250 anos da independência americana.
Avião com o rei Charles pousa em base aérea dos Estados Unidos, em 27 de abril de 2026 — Foto: Reuters
Viagem ocorre em meio a crise diplomática
O momento da visita do monarca inglês aos EUA é considerado delicado. Historiadores britânicos classificam o momento como a pior crise anglo-americana em um século, segundo a AFP.
Trump tem feito críticas públicas ao primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. Já chamou os porta-aviões britânicos de “brinquedos” e afirmou que o premiê “não é Winston Churchill”.
Um dos pontos de atrito envolve a soberania das Ilhas Malvinas. Um e-mail vazado do Pentágono indicou que os EUA poderiam rever o apoio ao Reino Unido no tema.
O governo britânico reagiu, reiterando que o arquipélago pertence ao país desde 1833, apesar da disputa com a Argentina.
Embora a Casa Branca não tenha comentado oficialmente o vazamento, o documento é visto como pressão sobre aliados da OTAN que, na avaliação de Trump — como Reino Unido e Espanha —, estariam contribuindo menos do que o esperado na guerra contra o Irã.
Além disso, Trump é alinhado politicamente com o presidente argentino Javier Milei.

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