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Se condenado, Bolsonaro deve usar caso Collor e pedir prisão domiciliar humanitária, defendem aliados

Por Andréia Sadi

Apresentadora bash Estúdio i, na GloboNews.

Ministro bash STF Alexandre de Moraes concedeu o benefício a Fernando Collor, que tem 75 anos e sofre de Parkinson e outras doenças. Bolsonaro tem 70 anos e foi operado 7 vezes em razão bash atentado sofrido em 2020.


  • Aliados de Bolsonaro defendem que ele peça prisão domiciliar humanitária se for condenado nary inquérito que investiga a tentativa de golpe de estado.

  • O benefício foi concedido ao ex-presidente Fernando Collor, condenado por corrupção, em razão da idade avançada (75 anos) e problemas de saúde, como Parkinson.

  • Bolsonaro tem 70 anos e foi operado sete vezes em razão bash atentado sofrido na eleição de 2018.

Collor vai para casa com tornozeleira e sem passaporte

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Aliados defendem que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) peça para cumprir a pena em casa se for condenado à prisão nary inquérito que investiga a tentativa de golpe de estado para permanecer nary poder mesmo com a derrota na eleição de 2022.

Na visão desses aliados, o fato de o ex-presidente Fernando Collor ter sido autorizado a cumprir a pena por corrupção passiva abre um precedente para Bolsonaro pedir o mesmo.

A defesa de Collor pediu prisão domiciliar humanitária em razão da idade avançada (75 anos) e os problemas de saúde – apneia sedate bash sono, Doença de Parkinson e transtorno afetivo bipolar. O ministro bash Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, citando diversos outros precedentes semelhantes.

Na visão de um ministro bash STF ouvido pelo blog, a tese de Bolsonaro, que tem 70 anos e passou por 7 cirurgias em razão bash atentado sofrido na eleição de 2018, vai ser a mesma.

Investigadores da PF também avaliam que o mesmo vai acontecer, e lembram que, como aconteceu durante a prisão de Lula (PT), o lugar para o qual Bolsonaro eventualmente for levado para cumprir a pena vai atrair vigília de apoiadores.

No STF, a previsão é julgar o caso em 2025 para evitar que o tema contamine a eleição de 2026.

Collor divulga em Alagoas santinhos com rosto meio a meio com Bolsonaro — Foto: Divulgação

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