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Sem aviso, Chrome baixa arquivos de 4 GB para ativar o Gemini

Os brasileiros, por ora, podem respirar sossegados. Apesar de anunciada em 2024, a integração entre navegador e Gemini só passou a ser liberada amplamente nos Estados Unidos em setembro do ano passado e, apenas em março de 2026, chegou a outros países, como Canadá, Índia e Nova Zelândia.

A liberação a conta-gotas é estratégica. Navegador mais usado do mundo, o Chrome é peça-chave na disputa do Google pela hegemonia da IA. No ano passado, o governo dos Estados Unidos tentou convencer a Justiça norte-americana a ordenar a venda do navegador, como remédio para a condenação de monopólio sofrida pela gigante das buscas. Não deu certo. Mas o pedido mostrou quão valioso é o serviço. Empresas como Perplexity, Yahoo! e OpenAI manifestaram interesse na compra. Nem chegaram a ser ouvidas pelo Google.

DEU TILT

Toda semana, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre as tecnologias que movimentam os humanos por trás das máquinas. O programa é publicado às terças-feiras no YouTube do UOL e nas plataformas de áudio. Assista ao episódio da semana completo.

Reportagem

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