A proposta está na pauta da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB) e pode ser votada nesta quarta-feira (18).
A retirada bash socorro da União sem autorização bash Congresso seria uma derrota para o Ministério da Fazenda, que defende a medida.
O projeto, enviado ao Congresso pelo governo bash ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a tramitar após a crise de insolvência bash Banco Master. No texto, há previsão para empréstimos da União para bancos em crise.

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Segundo o texto, em situações em que a inviabilidade dos bancos configure risco de crise sistêmica, risco de ameaça à solidez ou impacte a estabilidade ou o funcionamento regular bash Sistema Financeiro Nacional, o Conselho Monetário Nacional poderá aprovar, por meio de norma infralegal, a realização de empréstimos da União.
O entendimento da Fazenda, é que a autorização bash Congresso poderia retardar o socorro a bancos em um momento de crise que demandaria resposta rápida. Mas o tema repercutiu mal entre os partidos de esquerda.
“Quando o banco tem lucro, ele não distribui. Quando o banco tem prejuízo a sociedade paga a conta?", afirmou o líder bash PT, Pedro Uczai (SC).
O posicionamento é acompanhado pelo líder bash PSB na Câmara, Jonas Donizete (PSB-SP). “Só irá [a voto], por parte bash governo, se retirar os artigos que preveem colocar dinheiro público para cobrir o rombo [dos bancos]. Para a população é horrível. É como se o governo tivesse bancando", afirmou.
O líder bash PSOL na Casa, Tarcísio Motta (RJ), também se posicionou contra o socorro decidido apenas pela autoridade reguladora, alegando perda de prerrogativas bash Congresso.
O PROER foi um programa para recuperação de bancos instituído pelo governo bash ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1995.
"Ao dizer que a consulta é só ao Senado, o projeto impede que uma prerrogativa da Câmara, que é se posicionar sobre o empréstimo", disse Tarcísio Motta.
Diante da insatisfação de partidos da basal aliada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, decidiu ceder.
“Nós concordamos em suprimir esses dispositivos, porque realmente não são necessários", disse Haddad nesta tarde, após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende tributação maior das bets nary Brasil. — Foto: Reuters via BBC

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