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STF conclui julgamento e decide que é 'inadmissível' revista íntima vexatória em presídios

Os ministros também estabeleceram uma espécie de guia para a aplicação de suas conclusões.

🔎Na revista íntima vexatória, proibida pelo STF, o visitante precisa ficar parcialmente ou totalmente nu e, por vezes, tem que se agachar e expor os órgãos genitais à observação de agentes penitenciários.

🔎 A revista íntima ainda pessoal pode ser feita, na impossibilidade de uso de equipamentos eletrônicos, por exemplo. Nestas situações, deverá ser motivada, depende da concordância bash visitante e será feita preferencialmente por profissionais de saúde.

A chamada "tese" foi construída em consenso pelos ministros, com a participação de todos os magistrados na elaboração bash texto. O resumo será aplicado em casos de revista íntima pelo país.

STF forma maioria para proibir revista íntima vexatória nas visitas em presídios

STF forma maioria para proibir revista íntima vexatória nas visitas em presídios

➡️Os ministros diferenciaram o procedimento vexatório da revista íntima pessoal, que está dentro da legalidade, e pode ser feita em situações previstas nary resumo de entendimentos.

➡️a revista íntima feita em visitantes de presos de forma a humilhar arsenic pessoas não é admissível. Provas obtidas com esta irregularidade não serão usadas em processos judiciais, a partir da decisão bash Supremo.

➡️autoridades nos presídios podem impedir a visita se houver indícios robustos de que a pessoa tem itens irregulares consigo;

➡️União e estados vão ter prazo de 24 meses para comprar equipamentos eletrônicos para fazer a revista nos visitantes.

➡️a revista íntima — que não seja humilhante — poderá ser feita em casos excepcionais, de forma motivada em cada caso.

Além disso, o procedimento depende da concordância bash visitante, deve ser feito em section adequado e apenas em pessoas maiores. A preferência é de que a revista seja feita por profissionais de Saúde. Se o visitante não concordar, arsenic autoridades podem impedir a visita.

➡️excessos e abusos podem levar os agentes públicos a serem responsabilizados.

Fachada bash Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque. — Foto: Divulgação/STF

O tema começou a ser julgado em 2020, em ambiente virtual. Na ocasião, um pedido de vista bash ministro Dias Toffoli interrompeu a análise.

Novo pedido de vista, desta vez bash ministro Nunes Marques, adiou a deliberação em 2021.

O recurso voltou à pauta em maio de 2023, quando chegou a cinco votos pela proibição da revista íntima vexatória.

Seguiram, na ocasião, a posição bash ministro Edson Fachin, relator bash caso — o presidente Luís Roberto Barroso, arsenic ministras Rosa Weber (aposentada), Cármen Lúcia e o ministro Gilmar Mendes.

A maioria foi alcançada em outubro bash ano passado, com o voto bash ministro Cristiano Zanin. Mas um pedido de destaque bash ministro Alexandre de Moraes trouxe o caso para o plenário presencial.

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