Na prática, a decisão mantém a regra atual. A partir de 2028, as empresas de 17 setores da economia voltarão a pagar a contribuição sobre a folha de salários de 20%, mesma alíquota imposta às demais empresas não beneficiadas.
A principal questão em debate era a violação do princípio da responsabilidade fiscal. Isso porque o Congresso prorrogou o incentivo tributário, mas não apresentou uma estimativa do impacto orçamentário e as fontes de custeio para a renúncia de receita.
Lei do Congresso que prorrogou até 2027 a desoneração da folha de pagamento tinha sido questionada pela AGU. A Advocacia-Geral da União alegou que os parlamentares têm obrigação de apontar as fontes de custeio para a prorrogação do benefício fiscal.
Impacto negativo total da desoneração em 2024 foi de R$ 30,5 bilhões. Segundo a AGU, as medidas arrecadatórias não passaram de R$ 9,4 bilhões, deixando um déficit de R$ 21,12 bilhões no ano passado. Para 2025, o governo estima prejuízo de R$ 20,2 bilhões aos cofres públicos.
Os 17 setores afetados
- Calçados
- Call centers
- Comunicação
- Confecção/vestuário
- Construção civil
- Empresas de construção e obras de infraestrutura
- Couro
- Fabricação de veículos e carroçarias
- Máquinas e equipamentos
- Proteína animal
- Têxtil
- Tecnologia da informação (TI)
- Tecnologia de comunicação (TIC)
- Projeto de circuitos integrados T
- Transporte metroferroviário de passageiros
- Transporte rodoviário coletivo
- Transporte rodoviário de cargas.

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50 minutos atrás
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