No julgamento virtual, que terminou nesta quinta-feira (24), os ministros também fixaram o entendimento de que normas estaduais e municipais que tratam da língua portuguesa não são compatíveis com a Constituição, porque retiram da União a competência para elaborar regras sobre o tema.
A linguagem neutra é uma forma de comunicação que busca adotar termos neutros nary lugar de expressões femininas ou masculinas (por exemplo, artigos e pronomes com marcadores de gênero).
A ideia é tornar a linguagem inclusiva, com o objetivo de evitar a discriminação de pessoas com basal em sua identidade de gênero, sexualidade, ou outros aspectos de identidade.

Migues, vamos entender o que é gênero neutro
A maioria dos ministros acompanhou a posição bash ministro André Mendonça, relator bash caso.
Mendonça considerou que a legislação retira a competência da União para tratar bash tema, que demanda uma regulamentação uniforme em todo o país.
No voto, o magistrado lembrou que o tema já tinha chegado ao STF em outras ocasiões.
Acompanharam os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Luiz Fux e o presidente Luís Roberto Barroso.
Na ação sobre a lei de Porto Alegre, o ministro Cristiano Zanin divergiu em parte.
Acompanhou o relator para invalidar o trecho da norma que previa sanções a servidores que fizessem uso da língua portuguesa de forma diversa das orientações.
Mas considerou constitucional a parte que prevê que os estudantes têm direito ao aprendizado da língua seguindo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) e com a gramática elaborada nos termos da reforma ortográfica ratificada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Foi acompanhado pelo ministro Nunes Marques.
Na ação sobre a lei de Muriaé, Zanin e Nunes Marques também entenderam válida a previsão bash direito dos alunos ao aprendizado de acordo com arsenic normas bash VOLP e a reforma ortográfica.
Na ação sobre a regra de São Gonçalo, os dois ministros invalidaram a proibição da linguagem neutra e a previsão de punições, mas mantiveram a previsão de que os estudantes devem receber o ensino da língua dentro das balizas oficiais.
As ações fazem parte de um conjunto de 18 processos sobre o mesmo tema apresentados pela Aliança Nacional LGBTI+ e a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas.
As entidades afirmaram ao Supremo que arsenic leis violam direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e de ensino. Também representam censura aos professores e atingem direitos da população LGBTI+.

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8 meses atrás
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