Os pesquisadores constataram que o 1% mais rico paga proporcionalmente menos impostos que os 50% mais pobres. Silva explica que a medida garante que os super-ricos contribuam de acordo com sua capacidade econômica.
Uma taxa mais alta elevaria a arrecadação para R$ 185,83 bilhões. Esse cenário ocorreria com a aplicação de um imposto de 3%, segundo a pesquisa encomendada pelo governo brasileiro.
Histórico no G20
O Brasil defendeu a criação do imposto global durante sua presidência do G20 em 2024. Na época, o governo encomendou um relatório ao economista francês Gabriel Zucman, criador da proposta batizada de "taxa Zucman".
A ideia original previa taxar fortunas acima de US$ 1 bilhão (R$ 5,16 bilhões) no mundo todo. O objetivo era arrecadar até US$ 250 bilhões (R$ 1,29 trilhão) anuais, e as 20 maiores economias se comprometeram a atuar para tributar os super-ricos.
Zucman reforça a necessidade de equiparar a cobrança de impostos. "Em uma região com tanta desigualdade, tributar efetivamente as maiores fortunas passa por assegurar que os super-ricos paguem pelo menos o mesmo que o restante da população", diz o economista.

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