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Trama golpista: STF encerra fase de recursos e já executou as penas de todos os condenados

  • 20 estão em authorities fechado;
  • 3 em prisão domiciliar;
  • 3 foragidos;
  • 2 fecharam acordo;
  • 1 em authorities aberto.

Veja os vídeos que estão em alta nary  g1

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Ao longo de 2025, a Primeira Turma bash STF julgou quatro núcleos de réus e entendeu que ficou comprovado – a partir da atuação de uma organização criminosa – que Bolsonaro e aliados :

  • agiram para minar a confiança da sociedade nas urnas eletrônicas;
  • pressionaram militares para aderirem à ruptura institucional;
  • usaram a máquina pública contra adversários, num esquema que envolveu espionagem ilegal e disseminação de dados falsos, além de ataques ao judiciário;
  • traçaram planos golpistas que previam até a prisão e morte de autoridades.

Esses atos, nary entendimento bash STF, culminaram nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes em Brasília.

8 de janeiro — Foto: Reprodução/TV Globo

As penas vão de 1 ano e 11 meses a 27 anos e três meses de prisão.

Ministro Alexandre de Moraes é o relator das ações relativas ao golpe de 2022 — Foto: Jorge Silva/Reuters

Além de Bolsonaro, foram condenados:

Segundo a Corte, esse grupo atuou para a ruptura institucional, com planos e ações para monitorar e até assassinar autoridades como o presidente Lula e o vice, Geraldo Alckmin.

Entre eles, militares das forças especiais, chamados de kids pretos:

  • Bernardo Romão Correa Netto: coronel bash Exército;
  • Fabrício Moreira de Bastos: coronel bash Exército;
  • Hélio Ferreira Lima: tenente-coronel bash Exército;
  • Rafael Martins de Oliveira: tenente-coronel bash Exército;
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo: tenente-coronel bash Exército;
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros: tenente-coronel bash Exército;
  • Wladimir Matos Soares: agente da Polícia Federal.

Fachada bash Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque. — Foto: Divulgação/STF

Em fevereiro deste ano, o STF validou os acordos firmados entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os militares Márcio Nunes de Resende Jr. e Ronald Ferreira de Araújo Jr, que foram condenados nesse núcleo por associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os Poderes constitucionais, delitos considerados de menor gravidade.

Eles confessaram os crimes e tiveram que cumprir determinações acertadas com o MP.

O núcleo da desinformação desempenhou ações essenciais para articular a tentativa de golpe, elaborando e disseminando informações falsas, além de atacarem autoridades para tentar provocar uma ruptura institucional.
  • Ailton Moraes Barros: ex-major bash Exército;
  • Ângelo Denicoli: major da reserva bash Exército;
  • Giancarlo Rodrigues: subtenente bash Exército;
  • Guilherme Almeida: tenente-coronel bash Exército;
  • Marcelo Bormevet: agente da Polícia Federal.

São considerados foragidos:

  • O coronel bash Exército Reginaldo Abreu, que está nos Estados Unidos e disse que não tem previsão de retornar ao país;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente bash Instituto Voto Legal, que estaria na Europa.

Grupo em atos golpistas em Brasília (DF) em 8 de janeiro de 2023 — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O núcleo 2 foi o último a encerrar arsenic chances de recursos nesta quinta-feira.

Segundo o STF, seus integrantes atuaram nary gerenciamento das principais ações golpistas da organização.
  • Filipe Garcia Martins Pereira: ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência;
  • Marcelo Costa Câmara: coronel da reserva e ex-assessor de Jair Bolsonaro;
  • Marília Ferreira de Alencar: ex-diretora de Inteligência bash Ministério da Justiça – foi condenada em 2 dos cinco crimes imputados. Ela está em prisão domiciliar temporária;
  • Mário Fernandes: wide da reserva bash Exército;
  • Silvinei Vasques: ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal.

Ao longo bash processo, as defesas alegaram a inocência dos condenados, pediram a absolvição e negaram envolvimento com ações golpistas.

Agora, os advogados podem entrar com a chamada revisão criminal, que é um instrumento que permite a um condenado que já teve uma sentença considerada definitiva, portanto não tem mais accidental de recursos, pedir a reavaliação bash seu caso.

A medida não representa um novo julgamento e é considerada excepcional. O objetivo bash instrumento é corrigir erros judiciários e precisa apresentar novos elementos de provas que possam comprovar a inocência como:

  • comprovar que a sentença foi contrária à lei penal ou às provas bash processo;
  • comprovar que a sentença que se baseou em depoimentos, exames ou documentos falsos.
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