O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando uma ampla gama de opções militares para utilizar contra o Irã, mas ainda não tomou uma decisão, segundo o jornal norte-americano "The New York Times".
Entre as opções de ataque militar à disposição de Trump também estão bombardeios a instalações nucleares do Irã, assim como foi no final da Guerra de 12 dias entre Israel e Irã em junho do ano passado, e contra instalações militares e simbólicas do regime iraniano, como o quartel-general da milícia iraniana que seria responsável pelas mortes de manifestantes nas ruas do país.
Trump ainda não escolheu entre as opções apresentadas pelo Pentágono e, por isso, não autorizou ação militar contra Irã, afirmaram oficiais do governo dos EUA ao jornal. As opções que estão sendo consideradas vão além das que ele tinha na mesa na primeira quinzena de janeiro, quando os EUA ficaram à beira de atacar o regime iraniano, porém Trump foi convencido a desistir da ação após uma ligação de mediadores e após Teerã ter desistido de realizar execuções de manifestantes.
Trump ameaça Irã com 'navios grandes e poderosos'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 29 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Kylie Cooper
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com o Irã e afirmou esperar não ter que usar “navios grandes e poderosos” contra o país.
As tensões entre Estados Unidos e Irã voltaram a crescer nesta semana, depois que Trump voltou a dizer que pode autorizar um ataque caso o regime iraniano não negocie um acordo nuclear.
Falando a jornalistas, o presidente afirmou que já conversou anteriormente com autoridades iranianas sobre um possível acordo. Disse ainda que deixou claro que o Irã não pode ter uma arma nuclear e que deveria parar de matar manifestantes que protestam contra o governo.
Atualmente, os Estados Unidos mantêm o porta-aviões USS Abraham Lincoln no Oriente Médio, com capacidade para transportar até 90 aeronaves, entre caças e helicópteros. Trump afirmou que mais força militar está a caminho da região para monitorar o Irã “bem de perto”.
O Irã diz estar disposto ao diálogo, mas reforça que não abrirá mão do direito de se defender. Em nota divulgada na quarta-feira, a missão iraniana junto à ONU afirmou que o país responderá “como nunca antes” caso seja atacado.

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