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Trump diz que Ucrânia 'tem que ceder' para dar fim à guerra; Macron defende aumentar pressão contra Rússia

"A Rússia quer fechar um acordo, e Zelensky vai ter que se mexer. Senão, ele vai perder uma grande oportunidade. Ele precisa agir".

Também nesta sexta, durante seu discurso na Conferência de Segurança de Munique, o presidente da França, Emmanuel Macron, deu uma declaração oposta a de Trump sobre as negociações de paz.

O francês afirmou que é essencial que a Ucrânia não ceda às exigências russas e que Moscou continuará representando um risco mesmo que haja acordo.

"A resposta para o fim da guerra na Ucrânia não pode ser ceder às exigências russas, mas sim aumentar a pressão. Mesmo que haja um acordo, ainda teremos que lidar com uma Rússia agressiva. Devemos demonstrar força e tenacidade em relação à Ucrânia. Este é o momento certo para a audácia e para uma Europa forte", declarou Macron.

Negociações avançaram ao longo de janeiro

Zelensky diz ter fechado garantias de segurança com Estados Unidos

Zelensky diz ter fechado garantias de segurança com Estados Unidos

A declaração sobre o documento ocorre após semanas de negociações intensas entre Kiev e Washington. No início de janeiro de 2026, Zelensky já havia indicado que o acordo bilateral de garantias de segurança estava praticamente concluído.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Ao longo do mês, o presidente ucraniano se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com equipes do governo americano.

Nessas conversas, segundo autoridades, houve consenso de que os EUA ofereceriam garantias de segurança para o período pós-guerra, após um possível cessar-fogo.

O que se sabe sobre o acordo

Os detalhes do documento não foram divulgados publicamente. De acordo com fontes envolvidas nas negociações, o acordo prevê garantias de segurança de longo prazo para a Ucrânia, com os Estados Unidos como principal garantidor.

O pacto faz parte de um esforço mais amplo para estabelecer garantias multilaterais, com participação de países europeus.

Zelensky tem reiterado, no entanto, que considera a participação dos EUA essencial. “Nenhuma garantia funciona sem os Estados Unidos”, afirmou em ocasiões anteriores.

A definição da data e do local para a assinatura do documento depende agora da administração americana. Paralelamente, continuam negociações sensíveis sobre um possível cessar-fogo, com impasses envolvendo controle territorial.

O avanço das garantias de segurança é visto como peça central dos esforços do governo Trump para alcançar um acordo de paz mais amplo no conflito entre Rússia e Ucrânia.

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