Trump disse durante um evento na Casa Branca ter recebido a informação de uma “fonte segura”. “O massacre no Irã está parando. Parou. E não há plano para execuções”, afirmou, sem dar detalhes.
Mais cedo, os EUA anunciaram a retirada de parte do pessoal de bases no Oriente Médio, em uma medida descrita como preventiva diante do aumento das tensões. A decisão veio após o Irã avisar países da região que atacaria bases americanas caso os norte-americanos lancem uma ofensiva.
Trump vem ameaçando intervir no Irã em apoio aos manifestantes. Em entrevista à CBS News, na terça-feira (13), ele prometeu uma “ação muito forte” caso o governo iraniano execute manifestantes e pediu que os protestos continuem.
O governo iraniano acusa os Estados Unidos e Israel de estimular a instabilidade no país. Autoridades dizem que enfrentam grupos armados classificados como “terroristas”. Uma fonte ouvida pela Reuters afirmou que, apesar da escala da violência, o governo iraniano não dá sinais de colapso iminente.
O presidente dos EUA, Donald Trump, visita uma fábrica da Ford em Dearborn, Michigan, EUA, em 13 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein
Trump tem dado sinais de que pode autorizar um ataque contra o Irã a qualquer momento. A possibilidade, no entanto, enfrenta resistência dentro da própria Casa Branca. Até aliados regionais e rivais de Teerã pedem cautela.
Segundo o jornal The Wall Street Journal, Trump ainda não tomou uma decisão final. Entre as opções em análise estão ataques militares contra alvos do regime iraniano, ciberataques e novas sanções econômicas.
Uma autoridade da Casa Branca ouvida pelo jornal afirmou que um ataque é mais provável do que improvável.
Integrantes do alto escalão do governo dos Estados Unidos tentam convencer Trump a priorizar uma saída diplomática. Essa posição é defendida inclusive pelo vice-presidente J.D. Vance.
Nos bastidores, países rivais do Irã fazem pressão para evitar uma operação militar. Arábia Saudita, Omã e Catar alertaram a Casa Branca que um ataque pode afetar o mercado de petróleo e provocar repercussões internas capazes de gerar instabilidade na região.

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