Segundo o ‘Politico’, medida busca pressionar Cuba por mudança de regime. Analistas alertam que restrição às importações de petróleo pode ser catastrófica para a economia do país.
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O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda impor um bloqueio naval contra Cuba para impedir a chegada de importações de petróleo ao país.
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O objetivo seria pressionar por uma mudança de regime em Cuba.
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Uma estratégia semelhante foi adotada contra a Venezuela em dezembro, quando forças americanas passaram a impedir o trânsito de navios petroleiros alvo de sanções dos Estados Unidos.
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Três autoridades ouvidas pelo Politico disseram que a medida é apoiada por integrantes do governo, incluindo o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Trump usa redes sociais pra ameaçar Cuba
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda impor um bloqueio naval contra Cuba para impedir a chegada de importações de petróleo ao país. As informações foram reveladas pelo site norte-americano "Politico" nesta sexta-feira (23).
O objetivo seria pressionar por uma mudança de regime em Cuba. Uma estratégia semelhante foi adotada contra a Venezuela em dezembro, quando forças americanas passaram a impedir o trânsito de navios petroleiros alvo de sanções dos Estados Unidos.
Três autoridades ouvidas pelo Politico disseram que a medida é apoiada por integrantes do governo, incluindo o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Filho de imigrantes cubanos, Rubio é um dos principais críticos do regime cubano dentro da administração Trump.
Segundo a reportagem, nenhuma decisão foi tomada até o momento. Ainda assim, o bloqueio pode integrar um conjunto de ações a ser analisado pelo presidente para pressionar pelo fim do governo comunista no país.
Analistas ouvidos pela Reuters afirmam que a medida anunciada por Trump pode ser catastrófica para o já fragilizado sistema de abastecimento de combustível, a rede elétrica e a economia cubana.
De acordo com o Politico, um bloqueio total às importações de petróleo representaria uma escalada em relação às medidas anunciadas anteriormente por Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 14 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

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1 mês atrás
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