Um ano após a Praça dos Três Poderes ter sido invadida e depredada em uma tentativa de golpe de Estado por parte de simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atacaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacoinal e a sede do Supremo Tribunal Federasl (STF), os chefes do Executivo, Legislativo e Judiciário se reuniram em um ato em defesa da democracia e em repúdio à violência política e ao golpismo.
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Um ano após a Praça dos Três Poderes ter sido invadida e depredada em uma tentativa de golpe de Estado por parte de simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atacaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacoinal e a sede do Supremo Tribunal Federasl (STF), os chefes do Executivo, Legislativo e Judiciário se reuniram em um ato em defesa da democracia e em repúdio à violência política e ao golpismo.
Realizada na Casa que hospeda a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, o evento recebeu diversas autoridades públicas e figuras notórias da política brasileira.
O anfitrião, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, disse que os Três Poderes estão vigilantes para que ataques como o de 8 de janeiro de 2023 não se repitam no País.
"Os Poderes permanecem vigilantes contra traidores da pátria, contra essa minoria que deseja tomar o poder ao arrepio da Constituição", afirmou Pacheco na cerimônia Democracia Inabalada, evento realizado no salão negro do Congresso, que também contou com a presença dos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não participou. Era previsto que ele até discursasse, mas o deputado cancelou presença alegando problemas de saúde na família.
Na abertura do ato, o hino nacional foi cantado pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, acompanhada pelo grupo Choro Livre.
Autoridades fizeram uma espécie de reapresentação da tapeçaria de 1973 de Burle Marx após a restauração. Em 8 de janeiro, a obra foi rasgada e suja de urina por vândalos.
"Estaremos sempre abertos ao debate, ao pluralismo e ao dissenso. Nunca toleraremos a violência, o golpismo, o exercício arbitrário de razões, o desrespeito à vontade do povo brasileiro", destacou o presidente do Senado.
Pacheco chamou os "golpistas" de "inimigos da democracia", que segundo ele, recorrem à desinformação, ao vandalismo, ao ódio para recrutar parcela da sociedade e usam falso discurso político para chegarem ao poder e se manterem de forma ilegítima.
"As instituições republicanas, por outro lado, são verdadeiramente fortes. Fortes porque respaldadas pelo mais elementar dos poderes: aquele que emana do povo. Quem tem força, não precisa demonstrá-la de maneira vã. Quem tem força não recorre à bravata. Quem tem força tem respaldo popular, tem respaldo da lei e da Constituição", afirmou.
Pacheco defendeu ainda a união de todos para superar a polarização política instalada atualmente no Brasil. "Só assim vamos vencer a polarização que nos divide e nos enfraquece enquanto nação".
O presidente do Congresso anunciou a retirada das grades que circundam o prédio desde os ataques do ano passado, como forma de mostrar que o Legislativo é um poder aberto ao povo brasileiro.

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