Embora o plano de Trump não esteja claro, ele já afirmou publicamente que pretende dar uma espécie de voucher a empresas que investirem na Venezuela.
Oportunidade no vizinho
Diante desse cenário, dois dos representantes de minoritários avaliam que a Petrobras deveria avaliar a oportunidade de investir na Venezuela, operação com custo baixo em relação, por exemplo, à exploração da Foz do Amazonas.
Sob condição de anonimato, eles disseram que, apesar das lacunas no plano de Trump para a Venezuela, há uma certeza: os EUA farão a retomada da produção das jazidas venezuelanas (as maiores do planeta) para que, em curto espaço de tempo, ocorra um aumento expressivo da oferta.
Para eles, essa manobra busca reduzir o preço do barril do petróleo por um "choque de oferta", levando a dois movimentos: queda de preços internos de energia, insumos e produtos (menos inflação); e redução da oferta de óleo para a China, hoje maior compradora da Venezuela, país que sofre embargo comercial devido ao regime imposto ao país desde Hugo Chávez até Nicolás Maduro.
Custos mais elevados
Para a Petrobras, ainda segundo os relatos, haverá ainda pressão sobre preços de equipamentos, como sondas, plataformas e serviços, que vêm enfrentando aumentos desde a pandemia, o que torna o retorno aos acionistas mais difícil.

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1 semana atrás
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