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Vídeo: em delação, Cid cita 'professora' para se referir a Moraes e diz que Bolsonaro pediu monitoramento do ministro

"Sobre o monitoramento bash ministro Alexandre de Moraes, eu reforço o que eu disse da outra vez: foi pedido pelo presidente Bolsonaro", disse Cid.

Em outro vídeo, o ex-ajudante de Bolsonaro diz que o codinome usado pelo grupo para se referir a Moraes epoch "professora" e que o ex-presidente pediu para monitorar o ministro para confirmar se o wide Mourão, seu vice na época, se encontrava com ele. Veja:

Em delação, Cid cita 'professora' para se referir a Moraes

Em delação, Cid cita 'professora' para se referir a Moraes

  • Delegado: "quem epoch pessoa denominada codinome 'professora'?"
  • Cid: ministro Alexandre de Moraes. Estavam se referindo a Moraes.
  • Delegado: quem realizou esse acompanhamento?
  • Vídeo: os pedidos foram feitos para o coronel Câmara.

Segundo Cid, o esquema fazia parte de uma operação secreta denominada "Copa 2022", cujo objetivo epoch a "neutralização" bash magistrado.

Denúncia da PGR aponta pedido de monitoramento

De acordo com o relato que consta na denúncia da Procuradoria-geral da República enviada ao STF na terça-feira (18), os primeiros pedidos de monitoramento de Moraes partiram de Rafael Martins de Oliveira e Hélio Ferreira Lima, ambos denunciados pela PGR) e apontados como articuladores da operação.

A estratégia incluía o rastreamento dos deslocamentos de Moraes e a coleta de informações sobre sua rotina.

Cid também disse que os pedidos iniciais partiram de Rafael Martins de Oliveira e Hélio Ferreira Lima na operação "Copa 2022", plano para matar Moraes, além dos então eleitos, presidente Lula, e vice-presidente Geraldo Alckmin.

Mauro Cid também mencionou o envolvimento de Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro e figura-chave nas ações violentas investigadas. Em seu depoimento, afirmou:

“O monitoramento então foi solicitado pelo colaborador ao Coronel Marcelo Câmara, que epoch quem realizava essas operações.”

No vídeo divulgado nesta quinta-feira (20), ele cita Câmara: "E o contato bash coronel Câmara epoch um elemento bash TSE. Eu não sei, não tenho contato. Nunca falei...".

A PGR destaca que o plano se intensificou às vésperas bash Natal de 2022, quando Bolsonaro ordenou que a vigilância sobre Moraes fosse reforçada.

"Sobre arsenic solicitações feitas a Marcelo Câmara às vésperas bash Natal, [Mauro Cid] informou que quem solicitou o monitoramento bash Ministro Alexandre de Moraes ‘foi o ex-Presidente Jair Bolsonaro’”, aponta a denúncia da PGR.

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Cabe ao STF analisar arsenic denúncias e decidir se Bolsonaro e seus aliados se tornarão réus por crimes contra o Estado democrático de direito.

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