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VÍDEO mostra senador das Filipinas com ordem de prisão decretada fugindo de policiais

Imagens de câmeras de segurança registraram quando Ronald dela Rosa, perseguido por policiais, correu por corredores e escadas do prédio.

Acusado pelo TPI de crimes contra a humanidade por supervisionar a guerra às drogas do ex-presidente filipino Rodrigo Duterte , ele foi colocado sob custódia protetiva do Senado após um breve confronto com os agentes.

No mês passado, os juízes do TPI decidiram que Duterte deve ser julgado e confirmaram as acusações de assassinato contra ele. Dela Rosa foi o principal executor de sua sangrenta "guerra às drogas".

A sessão do Senado desta segunda foi a primeira a que o senador compareceu desde novembro, última vez que havia sido visto em público.

Ele nega qualquer envolvimento em homicídios ilegais.

Perseguição policial dentro do Senado das Filipinas — Foto: Senado das Filipinas / Divulgação via REUTERS

As acusações contra Rodrigo Duterte

A decisão ocorreu após um painel de três juízes do TPI terem concluído que há "fundamentação suficiente" para acreditar que Duterte desempenhou um papel central nos assassinatos de 76 pessoas e na tentativa de assassinato de outras duas como parte de sua chamada "guerra às drogas" que, segundo promotores, matou milhares de civis nas Filipinas.

“O material probatório disponível demonstra a existência de um plano comum entre o senhor Duterte e seus coautores para matar supostos criminosos nas Filipinas, incluindo aqueles percebidos ou acusados de envolvimento com uso, venda ou produção de drogas, por meio de crimes violentos, incluindo homicídio”, afirmou o tribunal.

Rodrigo Duterte, ex-presidente das Filipinas, comparece à 1ª audiência no Tribunal em Haia

Rodrigo Duterte, ex-presidente das Filipinas, comparece à 1ª audiência no Tribunal em Haia

Promotores disseram que Duterte criou, financiou e armou esquadrões da morte para identificar e matar supostos traficantes e usuários de drogas enquanto esteve no poder entre 2016 e 2022.

Segundo a polícia, 6.200 pessoas foram mortas durante operações antidrogas que teriam terminado em tiroteios durante o governo Duterte.

No entanto, ativistas dizem que o verdadeiro número de mortos foi muito maior, incluindo milhares de usuários de drogas em comunidades carentes — muitos deles marcados em "listas de observação" locais e mortos em circunstâncias misteriosas.

Duterte sempre afirmou que instruiu a polícia a matar apenas em legítima defesa e tem defendido consistentemente a repressão.

Senador tropeça durante fuga — Foto: Senado das Filipinas / Divulgação via REUTERS

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