Hollow Knight virou uma das maiores referências do gênero metroidvania graças à sua combinação de exploração, combate desafiador e mundo interconectado repleto de segredos. No entanto, o sucesso do clássico da Team Cherry ajudou a impulsionar uma nova geração de jogos que seguem a mesma fórmula e oferecem experiências igualmente marcantes. Atualmente, o gênero reúne desde aventuras com visuais desenhados à mão até produções que misturam elementos de soulslike, RPG e ficção científica.
Pensando em quem procura novos desafios no mundo dos jogos indie, o TechTudo reuniu 10 metroidvanias que se destacam pela qualidade da exploração, pela criatividade das mecânicas e pela excelente recepção da crítica especializada. Entre os destaques estão títulos como Ori and the Will of the Wisps, Nine Sols, Animal Well e Blasphemous 2, todos com ótimas avaliações em agregadores como Metacritic e OpenCritic, confira!
Ori and The Will of The Wisps é a sequência de Ori and The Blind Forest — Foto: Divulgação/Moon Studios 10 jogos indies tipo Hollow Knight, só que melhores
- Ori and the Will of the Wisps (2020)
- Nine Sols (2024)
- Animal Well (2024)
- Blasphemous 2 (2023)
- Ender Lilies: Quietus of the Knights (2021)
- Ultros (2024)
- Grime (2021)
- Haiku, the Robot (2022)
- Axiom Verge 2 (2021)
- Crowsworn (a ser anunciada)
1. Ori and the Will of the Wisps (2020)
Ori and the Will of the Wisps é um dos metroidvanias mais aclamados dos últimos anos e dá continuidade à emocionante jornada iniciada em Ori and the Blind Forest. Desenvolvido pela Moon Studios, o jogo acompanha o espírito guardião Ori em uma nova aventura pelo reino de Niwen, onde precisa encontrar sua amiga Ku após uma tempestade separá-los.
A exploração continua sendo um dos principais pilares da experiência. Ao longo da jornada, os jogadores precisam desbloquear novas habilidades, enfrentar chefes desafiadores e acessar regiões antes inacessíveis, seguindo a fórmula clássica dos melhores jogos metroidvania. Além disso, a narrativa aborda temas como amizade, sacrifício e superação, enquanto Ori luta para libertar Niwen da corrupção causada pela Degradação.
Outro grande destaque está na direção artística, que combina cenários detalhados, animações fluidas e uma trilha sonora marcante para criar uma experiência visual e emocional memorável. O resultado foi amplamente reconhecido pela crítica especializada: com nota 90 no Metacritic, Ori and the Will of the Wisps recebeu o selo de aclamação universal e é considerado por muitos um dos melhores jogos de plataforma e aventura da atualidade.
O charmoso Ori and the Will of the Wisps é o jogo da Microsoft com melhor avaliação entre os usuários — Foto: Divulgação/Xbox Game Studios Nine Sols é um dos metroidvanias mais elogiados dos últimos anos e combina exploração, combate desafiador e uma ambientação única inspirada na mitologia asiática. Desenvolvido pela Red Candle Games, o título apresenta um mundo desenhado à mão que mistura elementos de ficção científica cyberpunk com conceitos do taoismo, criando uma identidade visual marcante conhecida como "taopunk".
A história acompanha Yi, um antigo guerreiro despertado após séculos de sono com a missão de derrotar os Nove Sols, governantes de um reino esquecido. Ao longo da jornada, os jogadores exploram regiões interconectadas, descobrem segredos sobre o passado do mundo e enfrentam inimigos cada vez mais poderosos em batalhas que exigem precisão e reflexos rápidos.
O grande destaque de Nine Sols está em seu sistema de combate, fortemente inspirado em jogos como Sekiro: Shadows Die Twice e Dark Souls. Em vez de focar apenas em esquivas, a jogabilidade recompensa o uso de parries e contra-ataques, exigindo que os jogadores dominem o tempo exato para bloquear golpes e criar oportunidades ofensivas. Essa abordagem aproxima o game do gênero soulslike, mesmo mantendo a estrutura clássica de um metroidvania em 2D.
A combinação entre direção artística impressionante, narrativa envolvente e combate técnico garantiu excelente recepção da crítica especializada. O jogo alcançou nota 84 no Metacritic e 86 no OpenCritic, consolidando-se como uma das principais recomendações para fãs de metroidvanias e experiências desafiadoras.
- Gênero: Metroidvania de ação e plataforma
- Estúdio: RedCandleGames
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch
Nine Sols é um jogo de ação desenhado à mão em um mundo Cyberpunk com elementos do Taoismo — Foto: Reprodução/Steam Animal Well é um dos jogos independentes mais aclamados dos últimos anos e apresenta uma abordagem diferenciada para o gênero metroidvania. Desenvolvido praticamente por uma única pessoa, Billy Basso, o título coloca os jogadores no controle de uma pequena criatura gelatinosa que desperta em um vasto labirinto subterrâneo repleto de mistérios, criaturas incomuns e segredos escondidos.
Diferentemente de muitos metroidvanias tradicionais, Animal Well não possui foco em combate direto. Em vez disso, a progressão é baseada na exploração, na observação do ambiente e na resolução de quebra-cabeças criativos. O mapa é altamente interconectado e incentiva os jogadores a revisitar áreas já exploradas em busca de novos caminhos, itens ocultos e enigmas que podem passar despercebidos à primeira vista.
Outro grande destaque está na direção artística em pixel art, que combina iluminação dinâmica e efeitos visuais detalhados para criar uma atmosfera única e intrigante. A interação com a fauna local também desempenha um papel importante, já que algumas criaturas podem ajudar o jogador, enquanto outras representam obstáculos ou ameaças inesperadas durante a jornada.
Graças ao seu design inteligente, ao senso constante de descoberta e à enorme quantidade de segredos escondidos, Animal Well recebeu amplo reconhecimento da crítica especializada. O jogo alcançou impressionantes 91 pontos no Metacritic e 89 no OpenCritic, consolidando-se como um dos melhores jogos indie e metroidvanias da atualidade.
- Gênero: Metroidvania de puzzle e exploração
- Estúdio: Shared Memory
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch
Animal Well é um metroidvania que se passa em um labirinto cheio de animais — Foto: Reprodução/Steam Blasphemous 2 expande e aprimora a fórmula consagrada do primeiro jogo, entregando uma experiência ainda mais refinada para os fãs de metroidvanias sombrios. Desenvolvido pelo estúdio espanhol The Game Kitchen, o título coloca novamente os jogadores no controle do Penitente, um guerreiro marcado por um ciclo de morte e ressurreição que retorna para impedir o nascimento de uma nova criança profética ligada ao Milagre.
A aventura leva o protagonista por um mundo repleto de simbolismos religiosos, criaturas grotescas e cenários inéditos inspirados na arte sacra e no folclore espanhol. Durante a jornada, o jogador precisa explorar áreas interconectadas, enfrentar chefes desafiadores e adquirir novas habilidades de movimentação que ampliam as possibilidades de exploração. Recursos como pulo duplo, dash aéreo e outras melhorias tornam a navegação mais dinâmica e incentivam a revisitação de regiões anteriormente inacessíveis.
O combate continua sendo um dos principais destaques da franquia, oferecendo confrontos intensos contra inimigos e chefes que exigem precisão, domínio dos padrões de ataque e uso estratégico das habilidades desbloqueadas. Além disso, a direção artística em pixel art permanece impressionante, combinando animações detalhadas com uma atmosfera sombria e perturbadora que se tornou marca registrada da série.
A recepção da crítica especializada foi bastante positiva. Com nota 84 no Metacritic, Blasphemous 2 foi amplamente elogiado por sua evolução em relação ao antecessor, especialmente pela exploração mais fluida, melhorias na progressão e pelo excelente design de mundo. O resultado consolida o jogo como uma das melhores opções para fãs de metroidvanias desafiadores e aventuras de fantasia sombria.
- Gênero: Metroidvania e soulslike
- Estúdio: The Game Kitchen
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e Nintendo Switch
Blasphemous 2 traz de volta o Penitente em uma nova aventura com mais armas e habilidades em seu arsenal — Foto: Reprodução/Steam 5. Ender Lilies: Quietus of the Knights (2021)
Ender Lilies: Quietus of the Knights é um dos metroidvanias mais elogiados da cena independente, combinando exploração, combate estratégico e uma narrativa marcada por tons melancólicos. Desenvolvido pelos estúdios Adglobe e Live Wire, o jogo acompanha a jovem Lily em sua jornada pelo misterioso País do Fim, um reino devastado pela Chuva da Morte, fenômeno que transformou os seres vivos em criaturas conhecidas como Corrompidos.
Ao longo da aventura, os jogadores exploram cenários interconectados em 2D enquanto descobrem os segredos por trás da tragédia que assolou o mundo. A atmosfera sombria é reforçada por uma direção artística delicada, animações elegantes e uma trilha sonora amplamente elogiada, elementos que ajudam a criar uma experiência emocional e envolvente.
O sistema de combate é um dos grandes destaques do jogo. Em vez de lutar diretamente, Lily utiliza os espíritos de guerreiros e criaturas purificados ao longo da jornada. Após derrotar determinados inimigos, é possível transformá-los em aliados espectrais que emprestam suas habilidades à protagonista. Ao todo, existem 26 habilidades diferentes que podem ser combinadas para criar estratégias variadas, oferecendo liberdade para adaptar o estilo de jogo a cada desafio.
Graças à sua narrativa tocante, excelente ambientação e mecânicas bem executadas, Ender Lilies: Quietus of the Knights conquistou reconhecimento da crítica especializada. O título alcançou nota 86 no Metacritic e 85 no OpenCritic, consolidando-se como uma das melhores opções para fãs de metroidvanias e RPGs de ação com forte foco em exploração e atmosfera.
- Gênero: Metroidvania e RPG de ação
- Estúdio: adglobe e Live Wire
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, PlayStation 4 Xbox Series X/S e Nintendo Switch
Ender Lilies: Quietus of the Knights — Foto: Reprodução/Steam Ultros é um metroidvania de ficção científica que chama atenção por sua identidade visual única e abordagem experimental. Desenvolvido pela Hadoque, o título se passa dentro da gigantesca nave espacial conhecida como Sarcófago, uma estrutura misteriosa que abriga criaturas cósmicas, segredos ancestrais e um ciclo temporal que influencia diretamente a progressão da aventura.
Um dos grandes destaques de Ultros é sua direção artística psicodélica, assinada por Niklas Åkerblad, mais conhecido como El Huervo, responsável pelo visual marcante da série Hotline Miami. O resultado é um mundo repleto de cores vibrantes, formas orgânicas e cenários surreais que diferenciam o jogo de praticamente qualquer outro representante do gênero.
Na jogabilidade, Ultros combina exploração metroidvania tradicional com uma mecânica de loops temporais. A cada novo ciclo, partes do ambiente podem mudar, incentivando os jogadores a revisitar áreas já exploradas. Além disso, o sistema de jardinagem desempenha um papel fundamental na progressão, permitindo cultivar plantas que alteram o ecossistema da nave, desbloqueiam caminhos inéditos e criam atalhos para novas regiões.
Os combates também possuem grande importância na experiência, colocando o jogador diante de criaturas alienígenas e seres cósmicos em confrontos rápidos e desafiadores. Essa mistura entre ação, exploração, gerenciamento ambiental e narrativa abstrata torna Ultros uma experiência bastante singular dentro do gênero metroidvania.
Apesar de dividir opiniões por suas mecânicas pouco convencionais, o jogo recebeu avaliações positivas da crítica especializada. Ultros alcançou nota 81 no Metacritic e 79 no OpenCritic, sendo frequentemente elogiado por sua direção de arte, originalidade e proposta criativa.
- Gênero: Metroidvania de ficção científica
- Estúdio: Hadoque
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S e Nintendo Switch
Ultros é um game de aventura com visuais psicodélicos sobre um sarcófago alienígena com um terrível mal nele — Foto: Reprodução/Steam Grime é um metroidvania que se destaca por abandonar os cenários tradicionais de fantasia medieval em favor de um universo surreal e perturbador. Desenvolvido pela Clover Bite e publicado pela Akupara Games, o jogo transporta os jogadores para um mundo formado por desertos, pântanos e túneis orgânicos repletos de criaturas bizarras e paisagens que parecem saídas de um pesadelo cósmico.
Na aventura, o jogador controla Vessel, uma criatura de pedra com um buraco negro no lugar da cabeça. Sua missão é explorar esse ambiente hostil enquanto enfrenta inimigos cada vez mais poderosos para descobrir os mistérios por trás de sua existência. O protagonista possui uma habilidade única: absorver a essência dos adversários derrotados, adquirindo características anatômicas e vantagens passivas que fortalecem sua progressão ao longo da jornada.
O sistema de combate é um dos pontos fortes de Grime. Além de ataques convencionais, a jogabilidade incentiva o uso de parries precisos para absorver inimigos e desbloquear novas habilidades. Essa mecânica adiciona profundidade estratégica aos confrontos e recompensa jogadores que dominam o tempo correto de defesa e contra-ataque. Conforme novas capacidades são adquiridas, regiões antes inacessíveis podem ser exploradas, seguindo a estrutura clássica dos melhores metroidvanias.
A combinação entre direção artística original, combate desafiador e um mundo repleto de segredos ajudou Grime a conquistar uma recepção positiva da crítica especializada. O título alcançou nota 81 no Metacritic e 81 no OpenCritic, consolidando-se como uma das experiências mais criativas e diferenciadas do gênero nos últimos anos.
- Gênero: Metroidvania e soulslike
- Estúdio: Clover Bite
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e Nintendo Switch
Grime — Foto: Reprodução/Steam 8. Haiku, the Robot (2022)
Haiku, the Robot é uma excelente opção para quem deseja conhecer o gênero metroidvania sem enfrentar o alto nível de dificuldade presente em títulos como Hollow Knight ou Blasphemous. Desenvolvido e publicado pela Mister Morris Games, o game acompanha a jornada de Haiku, um pequeno robô que explora as profundezas do reino mecânico de Arcadia em busca de respostas sobre um misterioso vírus que corrompeu as máquinas da região.
Ao longo da aventura, os jogadores percorrem um vasto mapa interconectado repleto de segredos, personagens amigáveis e inimigos mecânicos. Conforme a exploração avança, novas habilidades são desbloqueadas, permitindo alcançar áreas anteriormente inacessíveis e incentivando a revisitação de regiões já exploradas, uma das principais características dos melhores metroidvanias.
O combate é simples de aprender, mas oferece profundidade suficiente para manter o desafio interessante. Haiku utiliza ataques corpo a corpo e habilidades especiais para enfrentar máquinas infectadas, enquanto a movimentação baseada em pulos, corridas e melhorias progressivas torna a exploração cada vez mais dinâmica. Essa combinação faz com que o jogo seja acessível para iniciantes sem abrir mão dos elementos que consagraram o gênero.
Outro destaque está na direção artística. O visual desenhado à mão apresenta personagens carismáticos, ambientes detalhados e uma atmosfera encantadora que contrasta com a melancolia do mundo pós-apocalíptico de Arcadia. A trilha sonora e a ambientação reforçam o sentimento de descoberta durante toda a jornada.
Graças ao seu equilíbrio entre desafio, exploração e acessibilidade, Haiku, the Robot conquistou avaliações positivas da crítica especializada. O jogo alcançou nota 79 no Metacritic e se consolidou como uma das melhores portas de entrada para jogadores interessados em conhecer o gênero metroidvania.
- Gênero: Metroidvania de aventura e exploração
- Estúdio: Mister Morris Games
- Onde jogar: PC e Nintendo Switch
Haiku, the Robot — Foto: Reprodução/Steam Axiom Verge 2 é a sequência do aclamado metroidvania independente criado por Thomas Happ e apresenta uma abordagem mais focada em exploração, mistério e resolução de quebra-cabeças. Na história, a bilionária Indra Chaudhari parte para a Antártica em busca de respostas sobre o desaparecimento de sua filha, mas acaba transportada para Kiengir, um mundo alienígena repleto de ruínas tecnológicas e segredos ligados a uma civilização ancestral.
Diferentemente de muitos jogos do gênero, Axiom Verge 2 coloca maior ênfase na descoberta e na exploração do mapa do que nos combates. Ao longo da jornada, os jogadores desbloqueiam novas habilidades e equipamentos que permitem acessar áreas anteriormente inacessíveis, seguindo a estrutura clássica dos melhores metroidvanias. O vasto mundo de Kiengir é recheado de caminhos alternativos, passagens ocultas e enigmas que incentivam a curiosidade e a observação constante.
Um dos grandes diferenciais do jogo é a mecânica da Fenda, uma realidade paralela acessível em determinados pontos da aventura. Esse universo alternativo apresenta uma estética própria em pixel art e desempenha papel fundamental na progressão, permitindo solucionar quebra-cabeças, encontrar segredos e desbloquear rotas impossíveis de acessar no mapa principal. A interação entre os dois mundos adiciona profundidade à exploração e cria situações criativas ao longo da campanha.
Embora o combate corpo a corpo tenha maior destaque em comparação ao primeiro jogo, a experiência continua privilegiando a exploração e a narrativa ambiental. A combinação entre ficção científica, tecnologia alienígena e mistérios dimensionais ajuda a construir uma atmosfera intrigante para os fãs do gênero.
A recepção da crítica especializada foi positiva, com Axiom Verge 2 alcançando nota 76 no Metacritic e 78 no OpenCritic. O título é frequentemente recomendado para jogadores que buscam um metroidvania focado em exploração profunda, construção de mundo e descoberta de segredos.
- Gênero: Metroidvania de ficção científica
- Estúdio: Thomas Happ Games
- Onde jogar: PC, PlayStation 5, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Axiom Verge 2 — Foto: Reprodução/Steam 10. Crowsworn (a ser anunciada)
Crowsworn é um dos metroidvanias mais aguardados pelos fãs do gênero e chama atenção por sua atmosfera sombria, combate dinâmico e forte inspiração em títulos como Bloodborne. Desenvolvido e publicado pelo estúdio independente canadense Mongoose Rodeo, o jogo se passa em Fearanndal, um reino que já foi próspero, mas que acabou mergulhando no caos após uma terrível maldição quase extinguir a humanidade.
Na aventura, os jogadores assumem o papel de um misterioso guerreiro encarregado de enfrentar criaturas monstruosas e desvendar os segredos por trás da corrupção que domina o mundo. A exploração acontece em um vasto mapa interconectado repleto de atalhos, áreas ocultas e desafios que exigem a aquisição de novas habilidades para avançar, seguindo a fórmula clássica dos melhores metroidvanias.
O combate é um dos principais destaques de Crowsworn. O protagonista utiliza uma combinação de Foice, Pistolas e Magia Corviana para enfrentar inimigos e chefes poderosos. Conforme a jornada avança, novas armas, técnicas e poderes letais podem ser desbloqueados, ampliando as possibilidades de personalização e permitindo diferentes estilos de jogo. A movimentação ágil e o foco em esquivas e ataques precisos reforçam a influência dos soulslikes em sua jogabilidade.
Outro ponto que chama atenção é a direção artística desenhada à mão, que mistura elementos góticos, criaturas grotescas e cenários inspirados em pesadelos sombrios. Essa identidade visual, somada à trilha sonora atmosférica e ao combate desafiador, ajudou a transformar o projeto em um dos títulos independentes mais aguardados da atualidade.
Embora ainda não tenha sido lançado, Crowsworn já conquistou uma grande comunidade de fãs e figura constantemente entre os metroidvanias mais esperados dos últimos anos, especialmente entre admiradores de Hollow Knight e Bloodborne.
- Gênero: Metroidvania de ação e plataforma
- Estúdio: Mongoose Rodeo
- Onde jogar: Previsto para PC, Mac, Linux, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch, com lançamento no Xbox Game Pass
Crowsworn — Foto: Reprodução/Steam Veja também: Qual JOGO tem o MELHOR FILME ou SÉRIE? — TIERLIST DO TECHTUDO
Qual JOGO tem o MELHOR FILME ou SÉRIE? — TIERLIST DO TECHTUDO

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