Quem viveu a era de ouro dos portáteis nos anos 2000 certamente se lembra da sensação única de abrir o “clamshell” do Nintendo DS e ouvir aquele toque inicial icônico. Com suas duas telas e a então revolucionária caneta stylus, o console não apenas mudou a forma de jogar — antes exclusiva das telas de TV —, mas definiu uma geração de memórias afetivas. A nostalgia do DS reside na simplicidade tátil e na inovação de títulos que aproveitavam o microfone, a tela sensível ao toque e o modo multiplayer local. Quem não se lembra de soprar o console para apagar velas ou de cuidar de um filhote virtual em Nintendogs?
O DS entregou experiências que o hardware moderno ainda tenta replicar e, para isso, contou com excelentes jogos que marcaram época para os fãs de videogame, incluindo títulos como Animal Crossing, Castlevania, Mario Kart e Chrono Trigger. Para relembrar aqueles bons momentos, o TechTudo preparou uma lista com 15 games clássicos do Nintendo DS para causar um pouco de nostalgia aos amantes do clássico portátil do início do século. Confira!
New Super Mario Bros., game do Nintendo DS — Foto: Divulgação/Nintendo 15 jogos clássicos de Nintendo DS que vão te causar nostalgia
New Super Mario Bros. marcou o retorno dos jogos com gameplay lateral, como se fosse 2D, do encanador da Nintendo — Foto: Divulgação/Nintendo New Super Mario Bros. marcou um momento histórico para a Nintendo ao resgatar as raízes de plataforma 2D do encanador mais famoso do mundo, que não recebia um título inédito nesse estilo desde a era Super Nintendo. O jogo combina com maestria a jogabilidade clássica de “correr e pular” com gráficos poligonais modernos, criando uma estética 2.5D que revitalizou a franquia para uma nova geração.
No enredo, Mario precisa atravessar oito mundos distintos no Reino do Cogumelo para resgatar a Princesa Peach das garras de Bowser Jr., que faz sua estreia na série principal. O grande charme do título reside no uso inteligente das capacidades do Nintendo DS e na introdução de power-ups memoráveis. Entre eles, o Mega Cogumelo, que transforma o herói em um gigante capaz de destruir cenários inteiros, e o Mini Cogumelo, essencial para acessar passagens minúsculas e correr sobre a água.
Chrono Trigger para o Nintendo DS é a versão definitiva do clássico do Super Nintendo, com cenas animadas da versão para PSOne e mais conteúdo extra — Foto: Divulgação/Square Enix Originalmente lançado para o Super Nintendo, o título narra a épica jornada de Crono e seus aliados por meio de diferentes eras geológicas — da pré-história ao futuro pós-apocalíptico — em uma tentativa desesperada de impedir a ascensão de Lavos, uma entidade alienígena destinada a destruir o planeta. O jogo se destaca pelo seu sistema de combate dinâmico, o Active Time Battle 2.0, que permite a execução de poderosas “Techs” combinadas entre dois ou três personagens, criando estratégias visuais e mecânicas fascinantes.
No portátil da Nintendo, o game ganhou refinamentos que elevam a experiência: a tela inferior é utilizada inteligentemente para limpar o campo de visão de menus e interfaces, enquanto o toque da caneta stylus torna a navegação mais ágil. A edição do DS também adicionou conteúdos exclusivos, como a masmorra Lost Sanctum e o final inédito que conecta a trama diretamente à sua sequência, Chrono Cross.
Nintendogs, game do Nintendo DS — Foto: Divulgação/Nintendo Nintendogs é um dos principais exemplos da tecnologia usada no Nintendo DS e como os players a aproveitaram. Lançado em 2005, o simulador de animais de estimação permitia que os jogadores adotassem, cuidassem e treinassem filhotes de diversas raças em um ambiente virtual. O grande diferencial era a interatividade profunda: através da tela de toque, era possível fazer carinho e escovar os cães, enquanto o microfone embutido permitia que o dono ensinasse comandos de voz, como “sentar”, “dar a pata” ou o próprio nome do animal.
A experiência de Nintendogs ia muito além do cuidado doméstico, incentivando a participação em competições de obediência, agilidade e lançamento de frisbee para ganhar dinheiro e desbloquear novos itens ou raças. O jogo também explorava o pioneiro modo Bark Mode (Modo Latido), uma funcionalidade sem fio que permitia ao console detectar outros jogadores próximos, possibilitando que os filhotes brincassem entre si e trocassem presentes de forma automática.
Mario Kart DS foi o primeiro da série a incluir multiplayer online e ofereceria pistas únicas com muito conteúdo — Foto: Divulgação/Nintendo Mario Kart DS pode ser citado como o título que elevou o patamar das corridas portáteis, equilibrando perfeitamente a nostalgia com a inovação tecnológica. O jogo foi o grande pioneiro ao introduzir o modo Nintendo Wi-Fi Connection, permitindo que jogadores ao redor do mundo competissem entre si pela primeira vez na franquia, além de oferecer um modo multiplayer local robusto onde até oito pessoas podiam correr usando apenas um cartucho. Com um elenco de personagens icônicos e karts personalizáveis que variavam em velocidade, aceleração e dirigibilidade, o título trouxe um controle preciso que aproveitava cada botão do console.
O conteúdo do game é um verdadeiro banquete para os fãs: ele introduziu o sistema de Retro Cups, trazendo pistas clássicas do Super Nintendo, Nintendo 64 e GameCube, intercaladas com novos circuitos brilhantes como a Tick-Tock Clock e a Airship Fortress. Outro destaque exclusivo desta versão foi o Mission Mode, uma série de desafios específicos — como dirigir por portais ou enfrentar chefes gigantes — que adicionava uma camada extra de objetivos além das copas tradicionais.
5. Pokémon HeartGold / SoulSilver
A Edição Limitada de Pokémon HeartGold foi um grande sucesso — Foto: Divulgação/Nintendo Pokémon HeartGold Version é o remake da versão Pokémon Gold para o Nintendo DS e 3DS. O RPG de aventura reconduz o jogador à região de Johto, três anos após os acontecimentos de Kanto, mantendo o sistema clássico de batalhas por turno e captura de criaturas. O jogador embarca em uma jornada para se tornar Mestre Pokémon, enfrentando Líderes de Ginásio, a Elite Quatro e a organização criminosa Team Rocket.
Um dos grandes diferenciais desse remake reside nos gráficos 3D aprimorados, na inclusão da região de Kanto no pós-jogo, no acessório Pokéwalker e na novidade de o primeiro Pokémon da equipe seguir o treinador no mapa. HeartGold tem o lendário Ho-Oh em sua história, com captura facilitada em relação a SoulSilver, e traz criaturas exclusivas.
Tetris DS mistura o jogo de bloquinhos com clássicos da Nintendo — Foto: Reprodução/Eurogamer Tetris DS é uma das versões mais celebradas do game de quebra-cabeça, destacando-se por ser uma carta de amor à história da Nintendo. O jogo utiliza as duas telas do Nintendo DS para misturar a mecânica clássica de empilhar blocos com temas visuais e sonoros de franquias icônicas como Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Metroid e Donkey Kong. No modo padrão, a tela superior exibe animações de jogabilidade desses clássicos que reagem ao progresso do jogador na tela inferior.
O título expande a fórmula original com seis modos de jogo distintos que exploram as capacidades do console. O modo Touch, por exemplo, exige que o jogador deslize e rotacione peças já empilhadas usando a caneta stylus, enquanto o modo Mission apresenta objetivos específicos baseados em temas de The Legend of Zelda. Além do conteúdo solo, o game foi um marco no multiplayer do DS, permitindo disputas frenéticas para até dez jogadores com apenas um cartucho, além de ter sido um dos títulos mais populares nas partidas online da época.
Contra 4 é um dos melhores jogos de ação do Nintendo DS — Foto: Divulgação / Konami Contra 4 é uma aula de como reviver um clássico do gênero run and gun sem perder a essência punitiva e frenética que o consagrou em outros consoles. O jogo retorna ao estilo de ação lateral em 2D, utilizando as duas telas do Nintendo DS para criar um campo de batalha vertical massivo. O jogador assume o papel dos heróis Bill Rizer e Lance Bean (além de novos recrutas) para enfrentar a ameaça alienígena da Black Viper, atravessando cenários que exigem reflexos absurdos e o uso estratégico de um gancho para alternar entre os níveis superior e inferior das telas.
O título mantém a dificuldade elevada e o sistema de power-ups icônicos, como a Spread Gun, permitindo agora que o jogador carregue duas armas simultaneamente e alterne entre elas conforme a necessidade do combate. Além da campanha principal, Contra 4 é recheado de conteúdo, incluindo um “Challenge Mode” com dezenas de missões curtas e extremamente difíceis que, quando completadas, desbloqueiam personagens clássicos e até versões emuladas dos jogos originais de 8-bits.
8. Castlevania: Dawn of Sorrow
A história de Soma em Castlevania: Dawn of Sorrow — Foto: Divulgação Lançado em 2005 como a primeira incursão da franquia no Nintendo DS, Castlevania: Dawn of Sorrow é a continuação direta do aclamado Aria of Sorrow e um dos pilares do subgênero “Metroidvania” no portátil. O jogo acompanha a jornada de Soma Cruz, que se vê forçado a confrontar um culto que deseja ressuscitar o Senhor das Trevas, levando o protagonista de volta a um castelo repleto de perigos e segredos. A mecânica central é o Tactical Soul System, que permite ao jogador absorver as almas de quase todos os inimigos derrotados para ganhar habilidades únicas, magias ou atributos passivos, oferecendo uma camada de personalização e estratégia raramente vista em jogos de ação.
O título utiliza as capacidades do DS de forma inteligente e, por vezes, controversa: a tela superior exibe permanentemente o mapa ou os status dos personagens, facilitando a exploração sem interrupções, enquanto a tela inferior é usada para o sistema de Magic Seals. Este sistema exige que o jogador desenhe símbolos rúnicos com a caneta stylus para selar os chefes após derrotá-los, adicionando uma tensão extra (ou dificuldade ainda maior) aos combates climáticos.
9. Professor Layton Series
Professor Layton and the Curious Village, game do Nintendo DS — Foto: Divulgação/Nintendo A série Professor Layton, que estreou no Nintendo DS com The Curious Village em 2007, é uma das misturas mais elegantes de narrativa de mistério e exercícios de lógica já criadas para os videogames. A franquia segue as investigações do arqueólogo e cavalheiro inglês Hershel Layton e de seu jovem e entusiasmado aprendiz, Luke Triton. O charme da série reside na sua apresentação, que utiliza um estilo visual europeu inspirado em animações clássicas e uma trilha sonora dominada por acordeões. Cada jogo transporta o jogador para vilarejos pitorescos ou cidades luxuosas onde, para avançar na trama e desvendar conspirações surreais, é necessário resolver centenas de quebra-cabeças que surgem organicamente nos diálogos e cenários.
O uso das funcionalidades do DS é focado na precisão: a tela inferior serve como o caderno de anotações do jogador, onde se utiliza a caneta stylus para desenhar soluções, circular pistas ou fazer cálculos manuais antes de confirmar uma resposta. Os enigmas, criados pelo mestre japonês Akira Tago, variam de problemas matemáticos e ilusões de ótica a complexos testes de movimento de blocos, recompensando o jogador com “Picarats” que medem sua perspicácia.
10. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass
The Legend of Zelda: Phantom Hourglass trouxe inovadores controles na tela de toque que apresentaram mecânicas únicas para o game — Foto: Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Phantom Hourglass é um dos títulos que melhor demonstrou a filosofia de inovação do Nintendo DS. O jogo transporta o estilo visual “cel-shaded” de Link para o portátil, apresentando uma aventura vibrante no Grande Mar, onde o herói precisa resgatar Tetra e enfrentar o misterioso Bellum. A grande ousadia da Nintendo aqui foi abandonar o controle tradicional pelo D-pad em favor de uma jogabilidade operada inteiramente pela caneta stylus. Desde a movimentação de Link até o traçado da rota do bumerangue ou o disparo do canhão em seu navio, o S.S. Linebeck, tudo é feito com toques e gestos na tela inferior, criando uma conexão tátil inédita com o mundo de Hyrule.
O uso das funcionalidades únicas do hardware vai além do combate e da navegação. O microfone é frequentemente utilizado para soprar poeira, apagar velas ou até gritar para chamar a atenção de personagens, enquanto o design dos enigmas aproveita as duas telas de formas geniais — como o icônico momento em que o jogador precisa fechar fisicamente o console para “carimbar” um mapa de uma tela na outra. O título também introduziu o Temple of the Ocean King, uma masmorra central que exige visitas recorrentes e o uso estratégico da Ampulheta Fantasma para gerenciar o tempo e evitar guardiões invencíveis.
11. Grand Theft Auto: Chinatown Wars
GTA Chinatown Wars voltou à visão aérea nos portáteis — Foto: Divulgação/PlayStation GTA: Chinatown Wars, de 2009, provou ser possível condensar a experiência de um mundo aberto da Rockstar Games no hardware modesto do Nintendo DS. O jogo adota uma perspectiva isométrica (de cima para baixo) que remete aos primeiros títulos da franquia, mas com uma estética cel-shaded moderna e estilizada que dá a Liberty City uma identidade visual vibrante e única. A trama acompanha Huang Lee, um jovem membro das Tríades que chega à cidade para entregar uma espada cerimonial ao seu tio, mas acaba envolvido em uma teia de traição, crime e corrupção após ser emboscado e deixado para morrer.
O grande trunfo desta versão é a integração brilhante e nada gratuita das funções de toque do DS. A tela inferior transforma o console em um PDA completo, onde o jogador gerencia e-mails, GPS e o inovador sistema de economia de tráfico de drogas, que é um dos pilares mecânicos do jogo. Mais do que isso, o título introduz minijogos táteis frenéticos para ações mundanas do crime: você precisa girar chaves de fenda para fazer ligação direta em carros, montar rifles de precisão, tatuar membros da gangue ou até revirar latas de lixo em busca de armas, tudo usando a caneta stylus.
12. Animal Crossing: Wild World
Animal Crossing: Wild World, o jogo de bichinhos do Nintendo DS — Foto: Divulgação/Nintendo Animal Crossing: Wild World foi o título que consolidou a franquia como um fenômeno global ao introduzir a portabilidade e a conectividade sem fio a um simulador de vida. No jogo, você assume o papel de um humano que se muda para uma vila habitada por animais adoráveis, onde não há objetivos finais ou pressões de tempo.
A premissa é simples: viver o dia a dia, decorar sua casa, pescar, caçar insetos e pagar sua hipoteca ao guaxinim Tom Nook. O grande diferencial desta versão foi a implementação do relógio em tempo real do console, fazendo com que o mundo do jogo seguisse o ciclo real de 24 horas, com estações do ano, feriados e eventos que só aconteciam em momentos específicos do calendário.
A experiência no Nintendo DS foi otimizada para o toque e a interação social: a tela inferior permitia organizar o inventário e escrever cartas com a caneta stylus, enquanto a tela superior exibia um céu infinito onde era possível observar constelações desenhadas pelo próprio jogador ou derrubar presentes com estilingues. Além disso, Wild World foi um dos primeiros jogos a utilizar a Nintendo Wi-Fi Connection, permitindo que amigos visitassem as vilas uns dos outros pela internet, trocassem frutas raras e fofocassem com os vizinhos locais.
Cooking Mama — Foto: Reprodução/Cooking Mama Cooking Mama levou o ato de cozinhar para ser um fenômeno dos videogames, utilizando as capacidades do Nintendo DS de uma forma que poucos jogos conseguiram replicar. No papel de um aprendiz de culinária sob a supervisão da carinhosa e exigente Mama, o jogador deve preparar dezenas de receitas reais, que variam de simples ovos fritos a complexos pratos da culinária japonesa e internacional.
O jogo é estruturado como uma série de minijogos frenéticos e cronometrados, onde cada etapa da receita exige um movimento específico com a caneta stylus: picar legumes com batidas rápidas, mexer ensopados em círculos perfeitos, amassar carne ou até assoprar o microfone do console para esfriar um prato quente.
A magia de Cooking Mama reside no seu ciclo de feedback imediato e visual vibrante, onde qualquer erro pode resultar em uma “Mama em chamas” (literalmente, com fogo nos olhos), incentivando o jogador a repetir a etapa para alcançar a perfeição e ganhar medalhas de ouro. O jogo não possui uma narrativa profunda, focando inteiramente na satisfação tátil de manipular ingredientes virtuais e na progressão de desbloquear novas combinações de pratos no modo Let's Cook.
14. Metroid Prime: Hunters
Metroid Prime: Hunters foi um dos principais jogos de tiro do Nintendo DS — Foto: Divulgação/Nintendo Metroid Prime: Hunters foi um dos títulos responsáveis por provar que o Nintendo DS era capaz de entregar uma experiência de tiro em primeira pessoa (FPS) robusta, competitiva e visualmente impressionante. Situado cronologicamente entre o primeiro e o segundo jogo da trilha Prime, o game coloca a caçadora de recompensas Samus Aran em uma corrida contra seis rivais perigosos — os “Hunters” — em busca dos segredos de uma civilização extinta no aglomerado Alimbic. O grande destaque técnico do jogo foi a implementação de gráficos 3D que empurravam o hardware do portátil ao seu limite, mas mantendo uma taxa de quadros fluida para a ação frenética que a série exige.
A jogabilidade de Hunters introduziu um esquema de controle inovador e altamente preciso: enquanto o direcional cuidava da movimentação, a tela de toque era utilizada para mirar com a caneta stylus, simulando a agilidade de um mouse de computador. Essa precisão foi fundamental para o modo Multiplayer. Nele, os jogadores podiam escolher entre Samus e os outros seis caçadores, cada um com formas alternativas únicas e armas especiais, como o sniper certeiro de Trace ou os ataques de fogo de Weavel.
15. Tony Hawk’s American Sk8land
Tony Hawk’s American Sk8land, a versão do skatista para o Nintendo DS — Foto: Reprodução/GameSpot Lançado em 2005 pela Vicarious Visions, Tony Hawk’s American Sk8land é considerado uma proeza técnica e um dos melhores jogos de esportes do Nintendo DS. O título adota um estilo visual em cel-shading que deu ao jogo um visual de história em quadrinhos, disfarçando as limitações de hardware e garantindo uma performance agradável. Na trama, que serve como uma versão adaptada de American Wasteland, o jogador deve ajudar a reformar um parque de skate lendário em Los Angeles, realizando missões e manobras para progredir na história.
O uso das funções do DS em American Sk8land foi focado na personalização: a tela inferior servia como um mapa interativo, mas também permitia que o jogador desenhasse seu próprio grafite com a caneta stylus para espalhar pela cidade ou criasse o design do seu shape. Além disso, o microfone era utilizado para gravar gritos de guerra ou sons personalizados que disparavam durante manobras especiais. O game também foi um dos pioneiros no modo online do console, permitindo disputas de pontuação e o compartilhamento de fotos e grafites com outros skatistas ao redor do globo.
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