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7 coisas que parecem melhores no iPhone (mas são piores na prática)

Os usuários do iPhone podem se gabar por diversos motivos. Isso porque cada novo aparelho ou atualização do iOS — o sistema operacional da marca —, diversas novas funções, recursos e ferramentas são adicionadas aos dispositivos. No entanto, muitas dessas novidades não são tão boas quanto parecem, podendo ser um 'tiro no pé' para quem compra o smartphone. Os celulares, por exemplo, apesar de contarem com um vasto catálogo de aplicativos à disposição, não permitem instalar apps de fontes externas, fora da loja oficial da Apple. Nas próximas linhas, confira sete coisas que parecem melhores no iPhone, mas, na prática, são piores.

 Mariana Saguias/TechTudo Esses 7 motivos vão fazer você repensar sobre o iPhone; confira — Foto: Mariana Saguias/TechTudo

7 coisas que parecem melhores no iPhone (mas são piores na prática)

Na matéria a seguir, o TechTudo reuniu seis coisas que parecem melhores no iPhone, mas, na prática, são piores. Abaixo, confira os tópicos que serão abordados.

Apesar da interface agradável, o iPhone oferece opções bastante limitadas de personalização. A Apple até permite alguns ajustes, mas nada comparado ao nível de customização disponível no Android, seu principal concorrente. No sistema do Google, os usuários têm muito mais liberdade — a ponto de existirem softwares dedicados somente à personalização, como o Good Lock, exclusivo para aparelhos da Samsung.

 Danilo Dias/TechTudo iPhone tem limitação de personalização — Foto: Danilo Dias/TechTudo

2. Inteligência Artificial

A Apple Intelligence, inteligência artificial do iPhone, chegou ao Brasil em abril deste ano. Apesar de incluir recursos interessantes, como o Genmoji e as Ferramentas de Escrita, a IA da Apple foi criticada pelo funcionamento instável de algumas funções — como o resumo de notícias, que chegou a ser suspenso para melhorias em atualizações futuras do iOS. Além disso, a tão aguardada versão mais inteligente da Siri, assistente virtual da marca, ainda não foi disponibilizada aos usuários.

 Shutterstock Inteligência artificial do iPhone tem recursos interessantes, mas apresentou falhas — Foto: Shutterstock

Embora a Siri consiga realizar diversas tarefas e interagir de forma satisfatória com os usuários do iPhone, a assistente de voz da Apple ainda fica aquém do seu potencial. Em comparação com o assistente do Google, por exemplo, a Siri se mostra menos inteligente. Outro ponto negativo é que sua integração funciona somente com dispositivos da própria marca, limitando bastante seu alcance.

 Reprodução/Unsplash/Omid Armin A Siri do iPhone mostra limitações comparado ao assistente do Google, por exemplo — Foto: Foto: Reprodução/Unsplash/Omid Armin

O navegador padrão do iPhone é o Safari, conhecido por ser um software rápido e estável durante a navegação. No entanto, os usuários da Apple sempre enfrentaram limitações na hora de escolher outro navegador. Apesar de ser possível instalar o Chrome, por exemplo, sua versão no iOS era restrita. Com a crescente pressão de órgãos reguladores contra práticas monopolistas, a Apple vem sendo obrigada a flexibilizar essa política e oferecer aos usuários mais liberdade para escolher outras opções de navegador padrão para o aparelho.

 Mariana Saguias/TechTudo Usuários do iPhone podem preferir outros navegadores ao Safari — Foto: Mariana Saguias/TechTudo

Gerenciar um iPhone a partir de um PC exige o uso do iTunes, tornando tarefas simples, como adicionar músicas ou transferir arquivos, mais complicadas. No Android, por exemplo, o processo é direto. Basta conectar o aparelho ao computador por um cabo USB, independentemente do sistema operacional, e o usuário tem acesso total aos arquivos do dispositivo para copiar, mover ou deletar conteúdo com poucos cliques.

 Mariana Saguias/TechTudo Conectividade do iPhone com o PC é feita pelo iTunes — Foto: Mariana Saguias/TechTudo

O iPhone conta com aplicativos nativos para diversas funcionalidades, além de uma loja — a App Store — que disponibiliza um vasto catálogo de softwares. No entanto, o smartphone da Apple não tem a mesma flexibilidade que o Android, por exemplo. Isso porque os dispositivos com o sistema operacional do Google permitem instalar aplicativos de fontes externas, ampliando significativamente as opções disponíveis. Ainda assim, a limitação imposta pela Apple tem como único objetivo preservar a segurança e privacidade dos usuários.

 Mariana Saguias/TechTudo É possvel encontrar mais opções de aplicativos no iPhone em comparação ao iPhone — Foto: Mariana Saguias/TechTudo

A capacidade de armazenamento sempre foi um ponto fraco dos iPhones. Apesar de a Apple oferecer modelos com até 256 GB de memória interna, esse espaço pode não ser suficiente para armazenar fotos em alta resolução, vídeos em 4K e outros arquivos. Como alternativa, a empresa disponibiliza o iCloud, seu serviço de armazenamento em nuvem, com apenas 5 GB disponíveis gratuitamente. Quem precisar de mais espaço precisa recorrer ao iCloud+, que exige uma assinatura mensal, o que pode pesar no bolso de alguns usuários. Em comparação, os smartphones Android permitem a expansão da memória com cartões microSD.

 Mariana Saguias/TechTudo Espaço de armazenamento interno do iPhone é limitado — Foto: Mariana Saguias/TechTudo

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