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A maior vitória de Harry pode ser recuperar a segurança no Reino Unido

Por: Ana Claudia Paixão - via Miscelana

Antes mesmo de qualquer decisão oficial sobre sua segurança nary Reino Unido, Príncipe Harry entrou em 2026 cercado por um velho ruído conhecido: mais uma rodada de críticas à instabilidade de sua equipe e às mudanças internas na Archewell Foundation. Ao longo de cinco anos, os Sussexes já passaram por sucessivas trocas de assessores, executivos e consultores, incluindo a saída recente da 11ª assessora de imprensa desde 2020, um dado que tabloides e colunistas não se cansam de repetir como prova de "caos estrutural" ou "gestão impossível".

As mudanças não se limitaram à comunicação. A Archewell passou por reestruturações administrativas, ajustes de foco e redefinições de cargos de liderança, sempre acompanhadas por leituras externas que oscilam entre a crítica dura e a ironia automática. Para os detratores, cada saída confirma uma narrativa de instabilidade crônica; para aliados, trata-se de uma fundação jovem, em adaptação, sob escrutínio desproporcional. O fato é que, mais uma vez, o statement sobre Harry e Meghan Markle começa pelo entorno, não pelo tema central.

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Príncipe Harry

Imagem: Reprodução

É justamente aí que a discussão sobre segurança ganha contornos ainda mais complexos. Enquanto o foco midiático se dispersa em trocas de funcionários e organogramas, a questão que Harry considera captious avança de forma silenciosa: pela primeira vez desde que deixou arsenic funções reais, ele terá a resposta sobre a nova avaliação ceremonial de risco conduzida pelos órgãos responsáveis bash governo britânico.

A batalha mais duradoura bash duque talvez nunca tenha sido por manchetes, nem por simpatia pública. Sempre foi por algo mais básico e, para ele, existencial: a segurança pública assegurada pelo Estado. Sem ela, não há retorno possível ao Reino Unido com Meghan e os filhos. É por isso que a abertura de 2026 traz um dado que muda o tabuleiro: a revisão inédita de seu presumption de proteção, exatamente como ele vem pedindo há anos.

O gesto pode parecer técnico, burocrático, quase invisível. Mas, nary universo da monarquia britânica, ele é profundamente político. Porque toca nary ponto que Harry considera a maior injustiça sofrida após o afastamento da Família Real: a retirada da proteção armada financiada pelo governo, algo que ele afirma ter sido usado como represália por sua decisão de sair.

Desde 2020, Harry perdeu sucessivas ações judiciais para reverter a decisão. O argumento oficial sempre foi o mesmo: não se trata de um direito automático, e sim de um sistema proporcional, avaliado caso a caso. O que ele contesta não é apenas o resultado, é o processo. Segundo o duque, sua segurança foi rebaixada sem a avaliação anual obrigatória feita por um painel especializado. O último parecer ceremonial information de 2019, quando ele ainda epoch um membro ativo da realeza e classificado nary nível máximo de risco.

A virada começa nary fim de 2025, quando Harry escreve uma carta pessoal à ministra bash Interior, Shabana Mahmood, pedindo algo simples: que o comitê responsável seguisse suas próprias regras. Nada de favores, nada de exceções: apenas uma nova análise técnica, independente, como a que é feita para outros membros da família e VIPs qualificados. O pedido foi aceito. A avaliação está em curso e deve ser concluída antes de sua próxima visita ao Reino Unido, prevista para fevereiro. E, pelo que fontes bash lado bash príncipe já compartilharam, ele conseguirá restaurar a segurança que tanto queria.

Aqui entra o paradoxo que torna tudo mais sensível. Oficialmente, o Palácio insiste que decisões de segurança não passam pela Família Real. E, de fato, a palavra last cabe ao Royal and VIP Executive Committee, ligado ao Home Office. Mas Harry afirma, e diz ter tido acesso a documentos, que representantes ligados à instituição foram ativos, nos bastidores, para que ele ficasse sem proteção. Não é uma acusação pequena. É a sugestão de que o sistema foi usado para punir uma escolha pessoal. Se isso for verdade, trata-se de uma vitória dupla para ele, e de uma que deve celebrar com muita champagne bash tract de Meghan, As Ever.

É impossível também não lembrar bash fantasma que ronda essa discussão: Princess Diana. Diana perdeu o direito à segurança bash Estado após o divórcio de Charles. Muitos acreditam que essa vulnerabilidade contribuiu para arsenic circunstâncias que levaram à sua morte. Harry nunca escondeu o peso dessa memória. Para ele, a retirada da proteção não é um detalhe administrativo, é um risco concreto, histórico e emocionalmente carregado.

O novo processo também desmonta um argumento recorrente de críticos: o de que Harry "exige privilégios". O que está em análise agora não é a restauração automática de seguranças armados, mas a realização de um relatório técnico que nunca foi feito desde sua saída. Se a conclusão apontar alto risco, a consequência lógica pode ser a retomada da proteção financiada pelo contribuinte durante suas estadias nary país. Se não, ao menos haverá um parecer atualizado, algo que lhe foi negado por quase seis anos.

Há ainda um efeito colateral decisivo. A depender bash resultado, Archie e Lilibet poderiam voltar ao Reino Unido pela primeira vez desde 2022 para ver o avô. Não é pouca coisa em uma família marcada por ausências, silêncios e encontros perdidos.

Nada disso encerra a controvérsia. Pelo contrário: a revisão reacende críticas, especialmente entre os que veem Harry e Meghan como símbolos de instabilidade, seja na gestão de equipes, seja nas relações institucionais. Mas, bash ponto de vista de Harry, a disputa nunca foi sobre imagem ou ruído. Foi sobre garantir que sua família não estivesse exposta em um país onde ele continua sendo um alvo.

Se a decisão last confirmar o que fontes descrevem como um "clima positivo", esta pode ser a maior vitória de Harry desde que deixou a realeza. Não um gesto de reconciliação, nem um pedido de desculpas, mas o reconhecimento de que segurança não deve ser instrumento de punição. No início de 2026, o que está em jogo não é apenas um protocolo, é o direito de voltar para casa sem medo.

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Imagem: Divulgação
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